terça-feira, 3 de março de 2026

Portal 03/03- Lua de Sangue!

 



🌌 Portal 03/03
A Magia do Eclipse Lunar e a Energia da Transformação!

Hoje, 3 de março de 2026, o céu e os números se encontram para nos oferecer uma oportunidade rara de renovação e expansão. Conhecido como o Portal 03/03, este dia carrega uma vibração poderosa, amplificada por um evento astronômico especial: um eclipse lunar total – a famosa Lua de Sangue. Se você sente que algo diferente está no ar, não é coincidência. É o universo conspirando a seu favor.

Neste artigo, vamos mergulhar nos mistérios do Portal 03/03, entender o que a numerologia e a astrologia revelam sobre essa data e, principalmente, como você pode sintonizar essa energia para plantar as sementes de um novo ciclo em sua vida.

🔮 O que é um Portal Energético?

Antes de mais nada, é importante compreender o conceito de "portal". Não se trata de uma abertura física, mas de um momento simbólico em que as energias espirituais, cósmicas e pessoais se alinham de forma intensa, facilitando a conexão com nosso eu interior e com o universo.

Quando os números se repetem, como no caso de 03/03, acreditamos que a vibração daquele numeral é potencializada. É como se o cosmos nos desse um "zoom" em determinadas qualidades, convidando-nos a refletir, agir e transformar.

✨ A Força do Número 3 e o Mestre 33

Na numerologia, o número 3 é um dos mais vibrantes. Ele representa:

  • Criatividade e expressão artística;

  • Comunicação clara e autêntica;

  • Otimismo, alegria e leveza;

  • Expansão e crescimento em todas as áreas;

  • Conexão social e parcerias.

Quando o 3 aparece repetido, formando o 33, entramos no campo dos números mestres. O 33 é conhecido como o "Mestre da Compaixão" e da cura. Ele nos convida a usar nossa criatividade não apenas para o benefício próprio, mas para servir ao coletivo, espalhando amor, conhecimento e inspiração.

O Portal 03/03, portanto, é um convite para que você expresse sua verdade sem medo, compartilhe seus dons com o mundo e se abra para novas formas de se comunicar e criar.

🌕 O Eclipse Lunar em 3 de março de 2026: A Lua de Sangue

Agora, adicione a isso um evento astronômico de peso: um eclipse lunar total. Durante um eclipse lunar, a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite. Quando a Lua fica completamente encoberta, ela pode adquirir um tom avermelhado – daí o nome popular "Lua de Sangue".

Na astrologia, eclipses lunares são momentos de culminação, revelação e encerramento. Eles iluminam aspectos ocultos da nossa psique, trazem à tona emoções reprimidas e nos forçam a encarar verdades que talvez estivéssemos evitando.

A união do Portal com o Eclipse:

Enquanto o número 3 pede expansão e criatividade, o eclipse lunar pede limpeza e libertação. Juntos, eles formam uma combinação explosiva e ao mesmo tempo equilibrada:

  • O eclipse mostra o que precisa ser transformado;

  • O portal dá a energia para que essa transformação aconteça de forma consciente e positiva.

É como se o universo dissesse: "Olhe para dentro, veja o que já não serve mais, e então use sua voz e sua criatividade para reconstruir."

🌠 Como aproveitar o Portal 03/03: Rituais e práticas

Cada pessoa pode vivenciar esse dia de uma maneira única. Algumas sentirão uma explosão de inspiração; outras, uma necessidade de introspecção. O importante é estar presente e consciente. Aqui estão algumas sugestões para harmonizar sua energia com a do portal:

1. Escreva suas intenções

Pegue um papel e uma caneta (de preferência em um tom dourado ou prateado) e escreva tudo o que deseja manifestar nos próximos meses. Seja específico: projetos, relacionamentos, saúde, espiritualidade. O ato de escrever materializa seus sonhos e os entrega ao universo.

2. Medite com uma vela

Acenda uma vela branca (para clareza e proteção) ou dourada (para prosperidade). Sente-se em um local tranquilo, respire fundo e visualize uma luz dourada envolvendo todo o seu corpo. Peça orientação para enxergar com clareza o que precisa ser liberado e o que merece ser cultivado.

3. Banho de ervas para renovação

Prepare um banho com ervas como alecrim (proteção), lavanda (paz) e hortelã (vitalidade). Após o banho higiênico, jogue a mistura do pescoço para baixo e mentalize que todas as energias densas estão sendo levadas pela água.

4. Conecte-se com a natureza

Se possível, passe algum tempo ao ar livre. Observe o céu, sinta o vento, toque a terra. A natureza é uma grande aliada para ancorar energias cósmicas.

5. Cuidado com decisões impulsivas

O eclipse pode trazer à tona emoções fortes. Respire antes de tomar decisões importantes. Use a criatividade do número 3 para planejar, mas aja com calma.

🌗 O outro lado da moeda: purgação e introspecção

Vale lembrar que portais e eclipses também podem trazer à superfície aquilo que estava mal resolvido. Por isso, algumas pessoas podem se sentir mais sensíveis, irritadas ou confusas. Isso é normal: é a "purgação" necessária para o novo florescer.

Se você sentir que o dia está pesado, permita-se recolher. Não force a barra para estar feliz ou produtivo. Às vezes, a maior sabedoria é simplesmente observar e acolher o que surge, sem julgamento.

🌟 Conclusão: O portal está dentro de você

Por mais poderosos que sejam os alinhamentos cósmicos, a verdadeira magia acontece dentro de cada um de nós. O Portal 03/03 é um lembrete de que você é o criador da sua realidade. Os números, os astros e as sincronicidades são apenas espelhos que refletem seu potencial interior.

Hoje, olhe para o céu, sinta a energia da Lua se renovando, e repita para si mesmo(a):

"Eu sou criador da minha vida. Eu expresso minha verdade com amor. Eu me permito renascer."

Que este portal seja o início de um ciclo de luz, autenticidade e abundância para você.

Compartilhe este texto com alguém que também precise dessa mensagem. Afinal, a energia do 3 também é sobre conexão e comunidade. 💫

Com carinho,

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

La Llorona - Jean de Florette - Mulheres Que Correm Com os Lobos!





🌿 Jean de Florette, La Llorona e a água da alma feminina!

Por que Clarissa Pinkola Estés traz essa imagem no capítulo 10 de Mulheres que Correm com os Lobos?

Existe um momento no capítulo 10 em que Clarissa Pinkola Estés cita Jean de Florette, e essa não é uma referência casual. Como tudo na obra dela, essa imagem é profundamente simbólica e fala diretamente da vida instintiva da mulher, daquilo que nutre a alma e daquilo que, quando é retirado, provoca uma seca interior.

Para quem assistiu ao filme, a história parece simples: um homem chega cheio de sonhos, querendo cultivar a terra, plantar, viver da própria produção. Ele tem o projeto, tem o desejo, tem a visão… mas existe um elemento essencial que lhe é negado: a água.

Sem saber, ele está sentado sobre a fonte.

E essa é a imagem mais dolorosa e mais verdadeira para a psique feminina.

Porque psicologicamente isso fala de nós quando estamos tentando produzir vida — projetos, relações, criatividade, espiritualidade — sem acesso à nossa fonte interna.

A água, na linguagem simbólica de Clarissa, é a vida instintiva, é a intuição, é o sentir profundo, é a conexão com a alma.
Sem água, a terra racha.
Sem água, não há colheita.
Sem água, a vida vira esforço.

Jean trabalha até a exaustão, insiste, tenta, acredita… mas tudo é árido.

E é exatamente isso que acontece com a mulher quando ela é afastada da própria natureza instintiva.

Ela continua tentando.
Ela continua sendo forte.
Ela continua produzindo.
Mas por dentro existe uma seca.

E aqui está o ponto em que essa história se encontra com La Llorona.

Porque La Llorona é a mulher que chora pelas águas perdidas.
Ela é o arquétipo da alma que foi separada do fluxo vital.
Ela é o lamento psíquico de quem perdeu o acesso ao rio interior.

Jean de Florette mostra o que acontece quando a fonte é escondida.
La Llorona mostra o que acontece quando a mulher perde o caminho de volta para essa fonte.

Em ambos os casos estamos falando da mesma coisa:

a perda da nutrição da alma
a vida vivida apenas no esforço
a desconexão do instinto
o adoecimento psíquico pela falta de fluxo

Clarissa não traz essa imagem para falar de um filme — ela traz para falar de um fenômeno que acontece com inúmeras mulheres:
mulheres que foram ensinadas a trabalhar sem água, amar sem água, criar sem água, cuidar de todos sem água.

Mulheres que estão sentadas sobre a própria fonte…
mas não sabem.

E isso é profundamente terapêutico.

Porque o capítulo não está dizendo:
“trabalhe mais”
ele está dizendo:
“encontre a fonte”.

A fonte pode ser:

🌿 a criatividade
🌿 o corpo
🌿 a intuição
🌿 o silêncio
🌿 o descanso
🌿 a espiritualidade vivida
🌿 a roda de mulheres
🌿 o retorno à própria natureza

Quando a mulher reencontra essa água, ela não precisa mais viver no esforço extremo.

A vida volta a florescer com menos desgaste.

A terra interna volta a ficar fértil.

A alegria retorna.

E por isso essa imagem é uma preparação para o mergulho em La Llorona.

Porque antes de encontrar a mulher que chora pelo rio, precisamos reconhecer:

Onde a minha fonte foi fechada?
Onde a minha água foi desviada?
Onde estou tentando produzir vida no deserto?

Esse é um capítulo sobre reabrir a nascente.

Não é sobre sofrimento.
É sobre recuperação da vida instintiva.

É sobre parar de viver apenas na superfície e voltar para o fluxo profundo.

E é exatamente esse o movimento que vamos fazer juntas na nossa próxima roda 🌿

Um espaço terapêutico e simbólico onde vamos:

reconhecer nossas secas internas
localizar nossas fontes
compreender o arquétipo de La Llorona
transformar o choro em rio
e permitir que a água volte a correr

📅 Roda de Mulheres — vivência on-line em março
🌿 Vagas limitadas
📩 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-991223190.

Porque toda mulher que reencontra sua fonte… volta a florescer. 💧✨

Com carinho,

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A Síndrome das Harpias - Mulheres Que Correm Com os Lobos!





A Síndrome das Harpias: como silenciar as vozes internas que sabotam os seus sonhos!

Você já percebeu que, muitas vezes, uma ideia nasce dentro de você cheia de vida, cheia de brilho, quase como uma centelha… e segundos depois surge uma voz que a diminui, que a ridiculariza, que diz que não vai dar certo? É como se algo roubasse o alimento da sua alma antes mesmo que ele pudesse nutrir o seu caminho. Essa experiência, tão comum e tão dolorosa, foi nomeada de forma simbólica e profundamente verdadeira por Clarissa Pinkola Estés como a Síndrome das Harpias.

Na mitologia grega, as harpias eram criaturas aladas com rosto de mulher e corpo de ave de rapina. Eram rápidas, implacáveis e tinham a função de atormentar. O mito mais conhecido é o do rei Fineu, condenado a viver diante de uma mesa farta, mas sempre que ia se alimentar as harpias desciam dos céus, roubavam sua comida e contaminavam o que restava. Ele morria de fome diante da abundância. Essa imagem é extremamente poderosa porque fala exatamente do que acontece dentro de nós quando temos talento, temos sensibilidade, temos ideias, temos caminhos possíveis — mas algo interno nos impede de receber o que já é nosso por direito. A comida está ali. A vida está ali. A criatividade está ali. Mas a energia é roubada antes de chegar até o coração.

Na psique, as harpias são aquelas vozes internas que desqualificam os nossos sonhos, que transformam pequenos obstáculos em grandes fracassos, que dizem que não somos capazes, que não é o momento, que não estamos prontas, que não somos boas o suficiente. E o mais delicado é que, muitas vezes, essas vozes não parecem agressivas — elas se disfarçam de prudência, de realismo, de autocrítica “madura”. Mas, na verdade, são padrões antigos de desvalorização que foram sendo internalizados ao longo da vida.

É aquela parte que diz que sua ideia é infantil. Aquela que transforma um pequeno erro em prova de incapacidade. Aquela que apoia no início de um projeto e, quando você está perto de realizar, surge com um comentário que te desestabiliza. Aquela que, sob o pretexto de ajudar, faz tudo por você e depois te deixa com a sensação de que você não consegue caminhar sozinha. Tudo isso são manifestações da mesma dinâmica: o roubo da energia vital antes que ela possa se transformar em criação.

Mas, como todo arquétipo, a harpia também tem um lado luminoso. Na natureza, a ave de rapina tem uma visão extremamente aguçada, uma força impressionante nas garras e uma precisão absoluta para alcançar aquilo que é essencial. Isso nos ensina algo muito profundo: a mesma energia que hoje usamos para nos destruir é a energia que pode ser usada para sustentar os nossos sonhos com firmeza. A crítica que paralisa pode se transformar em discernimento. A intensidade que hoje gera ansiedade pode se transformar em foco. A força que rasga pode se tornar a força que protege.

O primeiro passo para essa transformação é perceber que essa voz não é você. Você é quem escuta a voz. Quando o pensamento autossabotador surge e você consegue dizer internamente “eu estou ouvindo a harpia”, algo se desloca. Nasce um espaço entre a sua essência e o padrão. E nesse espaço nasce a liberdade.

Depois disso, vem um movimento muito importante: questionar essa narrativa. Essa voz tem base real? Ela está falando de um fato ou está repetindo um medo antigo? Quais são as evidências reais da sua incapacidade? E quais são as evidências — que quase sempre esquecemos — da sua força, da sua sensibilidade, da sua trajetória até aqui?

Outro ponto fundamental é a ação criativa. Cada vez que você cria algo, mesmo com medo, você devolve para si mesma o alimento que foi roubado. Cada vez que você escreve, fala, dança, inicia um projeto, coloca uma ideia no mundo, você enfraquece a harpia. Porque a criação é a prova viva de que a sua alma continua fértil.

E existe ainda um caminho muito profundo, que é o cultivo do silêncio. As harpias fazem barulho. Elas são rápidas, agitadas, repetitivas. Na pausa, na respiração, na meditação, no contato com a natureza, no recolhimento consciente, a voz verdadeira começa a ser ouvida novamente. É ali que a intuição volta. É ali que a alma se alimenta. É ali que a Mulher Selvagem dentro de nós retoma a direção.

É importante lembrar que essas vozes não nasceram com você. Elas foram sendo formadas por críticas recebidas, por experiências de desvalorização, por ambientes que não acolheram a sua expressão. Por isso, o caminho não é lutar contra si mesma. O caminho é reconhecer, acolher e transformar. É um processo de reeducação psíquica e de recuperação da dignidade interna.

Não podemos impedir que as harpias voem sobre a nossa cabeça. Mas podemos escolher que elas não façam ninho dentro de nós.

Quando essa consciência nasce, algo muito bonito acontece: a energia volta a circular, a criatividade respira, os talentos começam a florescer sem precisar da aprovação constante. E aquela mesma força que antes sabotava passa a proteger o que é sagrado em você.

Silenciar as harpias não é se tornar perfeita. É se tornar inteira. É poder olhar para a própria vida e dizer: “minha voz tem valor, minha criação tem lugar, minha alma tem alimento.”

E, quando isso acontece, você deixa de viver diante de uma mesa farta com fome… e finalmente começa a se nutrir da própria existência.


Com carinho,

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domingo, 22 de fevereiro de 2026

La Llorona - Conto de Mulheres Que Correm Com os Lobos!



🌙 La Llorona — o chamado das águas da alma feminina!

Existem histórias que não pertencem ao tempo.
Elas pertencem à psique.

São narrativas que continuam vivas porque falam de experiências que atravessam gerações de mulheres:
a perda, o silenciamento, o excesso de responsabilidade, o amor que transborda, o momento em que a alma pede para ser escutada.

Em março, nossa Roda de Mulheres Sábias & Fortes, será um espaço de travessia através da contoterapia com o conto de La Llorona — não como uma lenda para ser compreendida racionalmente, mas como um campo simbólico de cura, reconhecimento e reconexão com a nossa natureza instintiva.

La Llorona é água.

E a água, na linguagem da alma, fala das emoções profundas, daquilo que foi vivido e não pôde ser chorado, das memórias que permanecem em estado de espera dentro de nós.

Ao longo da vida, muitas mulheres aprendem a conter o próprio fluxo para dar conta de tudo:
ser fortes, sustentar, cuidar, continuar.

Mas a alma não esquece.

Ela chama.

E esse chamado pode vir como cansaço, como sensação de vazio, como vontade de se recolher, como necessidade de voltar para si.

É nesse ponto que os contos de fadas e as histórias ancestrais se tornam caminhos terapêuticos.

Na contoterapia, trabalhamos com os contos como mapas da psique feminina.
Cada imagem, cada cenário, cada personagem representa um movimento interno da alma.

La Llorona não fala apenas de dor.
Ela fala de transformação.

Ela é o arquétipo da mulher que precisa reencontrar sua própria voz,
que precisa resgatar sua energia vital,
que precisa transformar culpa em consciência,
memória em presença,
choro em rio que volta a fluir.

Quando olhamos para essa história dentro de um campo seguro de Roda de Mulheres, algo muito profundo acontece:

a dor deixa de ser individual e passa a ser coletiva
o silêncio encontra acolhimento
a alma relaxa
a força retorna de forma orgânica

Porque a cura feminina não acontece na pressa —
ela acontece no vínculo, na escuta e na presença.

Essa vivência é um convite para mulheres que sentem:

🌿 necessidade de voltar para si
🌿 emoções acumuladas
🌿 cansaço profundo
🌿 ciclos que pedem encerramento
🌿 desejo de reconectar com a vida criativa
🌿 chamado para o autoconhecimento feminino

Durante o encontro, vamos acessar o conto de forma sensível e terapêutica, com práticas que favorecem:

💧 a liberação emocional consciente
💧 a reconexão com a alma selvagem
💧 o fortalecimento do campo interno
💧 a escuta do corpo e da intuição

Não é só sobre entender a história.
É sobre permitir que ela revele algo em você.

Porque toda mulher, em algum momento da vida, precisa atravessar suas próprias águas.

E quando atravessa em círculo, sustentada por outras mulheres, essa travessia se transforma em renascimento.

 🌿 Para quem é essa vivência?

Para mulheres que desejam:

aprofundar seu processo de autoconhecimento
participar de uma terapia em grupo para mulheres
vivenciar a contoterapia de forma prática e sensível
acessar arquétipos femininos como caminho de cura
fortalecer sua energia e sua expressão autêntica

🌙 Roda de Mulheres — Vivência Terapêutica Online

📅 Março
💻 Encontro virtual
🌿 Vagas limitadas para manter o campo acolhedor

💌 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-99122-3190.

Há histórias que nos encontram no momento exato.
E há encontros que a alma reconhece antes mesmo de acontecer.

Se ao ler este texto algo em você se moveu…
talvez esse seja o seu chamado.

Com carinho,



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