quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Mulheres Que Correm Com os Lobos - Ártemis & Diana Capítulo 12!


Ártemis e Diana: a força feminina que rastreia, protege e sabe quando agir!

Por que Clarissa Pinkola Estés aproxima essas deusas do Urso da Meia-Lua?

No capítulo 12 de Mulheres que Correm com os Lobos, Clarissa Pinkola Estés está falando de raiva, limites, instinto, autocontrole e capacidade de transformação. Em determinado momento, ao explicar “O Espírito do Urso”, ela associa o animal a antigas deusas caçadoras, entre elas Ártemis, na tradição grega, e Diana, na tradição romana. A autora afirma que essas figuras simbolicamente concedem às mulheres a capacidade de “rastrear”, conhecer e buscar aquilo que está escondido nos aspectos mais profundos da psique.

Essa referência não aparece por acaso. Quando conhecemos melhor a história dessas deusas, percebemos que Clarissa escolheu duas figuras ligadas justamente à natureza selvagem, à autonomia, à proteção, aos ciclos femininos e à capacidade de reconhecer e defender um território.

Quem é Ártemis?

Ártemis pertence à mitologia grega. É filha de Zeus e Leto e irmã de Apolo. A tradição mais conhecida situa o nascimento dos filhos de Leto na ilha de Delos. Ártemis tornou-se uma das grandes divindades do panteão grego, associada principalmente à vida selvagem, à caça, aos animais, às montanhas e à proteção de meninas e mulheres.

É importante perceber uma aparente contradição que, simbolicamente, torna Ártemis ainda mais interessante.

Ela é uma deusa caçadora — carrega arco e flechas, percorre florestas, vive livre e protege seu espaço. Mas também é protetora de animais selvagens, de meninas e, em determinadas tradições, das mulheres no parto.

Portanto, Ártemis reúne características que nossa mente costuma separar:

ela pode caçar e proteger;
ser feroz e cuidadora;
ser independente e protetora;
impor limites e preservar a vida.

Essa ambivalência ajuda a compreender por que Clarissa a aproxima do urso.

No próprio capítulo, a autora diz que a imagem do urso ensina que podemos ser ferozes e generosas ao mesmo tempo, defender nosso território e, ainda assim, continuar disponíveis e capazes de vínculo.

Ártemis e a autonomia feminina!

Ártemis também representa uma mulher que não organiza sua existência em função de um parceiro masculino. Nos mitos, permanece virgem — mas “virgem”, nesse contexto simbólico, não precisa ser lido apenas no sentido sexual moderno.

Em leituras arquetípicas posteriores, essa característica passou a representar uma mulher que pertence a si mesma.

Ela sabe onde quer ir.

Possui direção.

Não precisa necessariamente da aprovação do outro para reconhecer o próprio caminho.

Sua imagem de caçadora reforça essa ideia: para atingir um alvo, é preciso vê-lo, concentrar-se e direcionar a flecha.

Psicologicamente, podemos fazer uma aproximação com a capacidade de perguntar:

O que quero?
O que estou percebendo?
Para onde minha energia está sendo direcionada?
O que precisa ser protegido?

É muito semelhante à ideia de “rastrear” a própria vida psíquica utilizada por Clarissa.

O urso de Ártemis!

Existe uma ligação histórica particularmente interessante entre Ártemis e o urso.

No santuário de Ártemis em Brauron, na Ática, meninas participavam de rituais nos quais eram chamadas de arktoi — “ursinhas”. O ritual fazia parte das transições relacionadas à infância feminina e à futura entrada na vida adulta. O Metropolitan Museum descreve meninas servindo à deusa em Brauron como “little bears”, pequenas ursas.

O urso também aparece associado a Ártemis em diferentes tradições gregas, inclusive na Arcádia. Fontes antigas e estudos posteriores registram o animal entre aqueles relacionados à deusa.

Isso torna a escolha de Clarissa ainda mais significativa: ela não está simplesmente colocando uma deusa caçadora ao lado de um urso por associação livre. Existe uma antiga relação simbólica entre Ártemis e esse animal.

O mito de Calisto: mulher, urso e constelação!

Outro mito fortalece essa ligação.

Calisto era uma jovem associada à comitiva de Ártemis. Existem diferentes versões de sua história, mas todas giram em torno de sua relação com Zeus, sua transformação em ursa e, posteriormente, sua associação à constelação da Ursa Maior. As versões antigas divergem sobre quem realiza a transformação e sobre diferentes detalhes, algo comum na mitologia grega.

Aqui novamente encontramos:

mulher → natureza selvagem → urso → transformação → céu.

É um conjunto simbólico muito próximo daquilo que Clarissa procura desenvolver no capítulo: uma força feminina que precisa reencontrar sua natureza instintiva para transformar uma emoção que estava aprisionando a psique.

E quem é Diana?

Quando chegamos a Roma, encontramos Diana.

É comum dizer simplesmente que Diana é “a Ártemis romana”, mas historicamente isso simplifica demais a história.

Diana já era uma divindade itálica própria. Posteriormente, com a aproximação cultural entre gregos e romanos, foi progressivamente identificada com Ártemis e absorveu muitos de seus mitos e atributos.

Diana estava relacionada às florestas, à vida selvagem, à caça, às mulheres e ao parto. Sua associação com a luz e com a Lua também ganhou enorme importância na tradição romana. Um dos seus principais centros de culto ficava em um bosque próximo ao Lago Nemi, na Itália.

Mais uma vez encontramos uma deusa cujo território não é a cidade organizada.

É a floresta.

O bosque.

A noite.

Os animais.

Os lugares em que o ser humano não controla completamente a natureza.

É justamente o espaço simbólico da Mulher Selvagem de Clarissa.

Diana e a Lua!

A presença da Lua acrescenta outra camada muito bonita à leitura do Urso da Meia-Lua.

Diana foi fortemente associada à Lua e à luz noturna. Na iconografia posterior, o crescente lunar tornou-se um de seus atributos.

Em relação a Ártemis, é bom fazer uma distinção: sua identificação direta com a Lua não está presente da mesma forma nas camadas mais antigas da religião grega; ela se desenvolveu posteriormente por aproximações com outras divindades e tradições.

Mas simbolicamente a Lua traz exatamente um dos elementos que Clarissa desenvolve no capítulo:

o ciclo.

A Lua cresce.

Chega à plenitude.

Diminui.

Desaparece.

E retorna.

O urso também vive em ciclos:

atividade → recolhimento → hibernação → despertar.

E Clarissa utiliza essa característica para falar da autorregulação emocional: saber quando estar ativa, quando diminuir o ritmo, quando recolher-se e quando voltar à vida.

Então por que Clarissa escolheu Ártemis e Diana?

É aqui que mito e psicologia se encontram.

Clarissa não está utilizando mitologia como se estivesse dando uma aula de religião antiga. Ela trabalha com aquilo que podemos chamar de linguagem arquetípica.

Uma imagem reúne muitas experiências humanas ao mesmo tempo.

Ártemis e Diana representam mulheres que conhecem a floresta.

E o que é uma floresta psicologicamente?

Pode ser aquele lugar interno em que não existem estradas perfeitamente sinalizadas.

É onde precisamos de percepção.

Instinto.

Atenção.

Precisamos rastrear.

E rastrear é uma palavra fundamental nesse trecho.

Quem rastreia não vê necessariamente aquilo que procura diante dos olhos. Percebe indícios:

uma pegada;

um galho quebrado;

uma mudança no terreno;

um som;

um cheiro;

uma direção.

Psicologicamente, fazemos algo semelhante quando começamos a observar:

Por que isso me incomodou tanto?
Quando comecei a me sentir assim?
O que meu corpo está dizendo?
Qual limite foi ultrapassado?
Essa raiva pertence apenas ao presente ou existe alguma história anterior sendo tocada?

Isso é rastrear a psique.

Clarissa escreve que essas deusas concedem simbolicamente às mulheres a capacidade de rastrear, conhecer e “escavar” os aspectos psíquicos das coisas.

É importante fazer uma distinção: essa formulação é a interpretação mitopoética e psicológica de Clarissa. Não devemos afirmar que os gregos ou romanos antigos entendiam Ártemis e Diana exatamente dessa maneira psicológica.

Clarissa toma o material mitológico e o transforma em uma linguagem para compreendermos a vida interior.

A mulher que protege o território!

Existe ainda outra relação essencial com o capítulo 12.

Ártemis é uma deusa profundamente ligada ao território selvagem.

Diana reina nos bosques.

O urso protege seu espaço.

E o capítulo inteiro gira em torno de “A demarcação do território: os limites da raiva e do perdão”.

Não poderia ser uma associação mais coerente.

Psicologicamente, território significa muito mais do que espaço físico.

Nosso território é também:

nosso corpo,
nosso tempo,
nossos valores,
nossa dignidade,
nossos relacionamentos,
nossas escolhas,
nossos limites.

A raiva pode aparecer justamente quando percebemos que alguma coisa atravessou essas fronteiras.

E o aprendizado proposto por Clarissa não é viver permanentemente mostrando os dentes.

É aprender a reconhecer:

Quando devo esperar?
Quando devo observar?
Quando devo me afastar?
E quando preciso dizer: “Até aqui.”

Feroz não significa cruel!

Talvez esta seja uma das mensagens mais bonitas dessa aproximação entre Ártemis, Diana e o Urso da Meia-Lua.

Durante muito tempo, fomos ensinadas a pensar em pares opostos:

ou sou amorosa ou sou firme;

ou sou acolhedora ou coloco limites;

ou sou generosa ou penso em mim;

ou sou tranquila ou sinto raiva.

Clarissa desmonta essa divisão.

O urso pode ser feroz e generoso.

Ártemis pode proteger e caçar.

Diana pode ser senhora da floresta e protetora das mulheres.

A maturidade emocional talvez esteja justamente em integrar essas forças.

Não precisamos perder a sensibilidade para estabelecer limites.

Não precisamos eliminar a raiva para sermos pessoas amorosas.

E não precisamos nos tornar agressivas para recuperar nossa força.

Talvez precisemos aprender aquilo que essas antigas imagens continuam nos dizendo:

saber perceber, saber rastrear, saber proteger, saber recolher-se — e saber quando chegou a hora de agir.

Para refletir:

Talvez Ártemis nos perguntasse:

“Qual é o seu alvo?”

Diana talvez perguntasse:

“O que precisa ser protegido?”

E o Urso da Meia-Lua poderia acrescentar:

“Você reconhece o momento de avançar e o momento de se recolher?”

São perguntas antigas.

Mas continuam profundamente atuais.

Roda Virtual — O Urso da Meia-Lua

No dia 19 de setembro, às 15h30, teremos mais uma roda de conversa virtual pelo Google Meet.

Nosso encontro será inspirado no capítulo “O Urso da Meia-Lua”, de Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés.

Vamos conversar sobre raiva, limites, instinto, feridas emocionais, transformação e perdão, procurando compreender as metáforas e símbolos que Clarissa utiliza ao longo desse capítulo tão profundo.

Mais do que entender o texto, a proposta é trazer essas reflexões para a nossa própria história:

O que a nossa raiva tenta nos mostrar?
Onde precisamos colocar limites?
O que ainda carregamos do passado?
E o que já pode ser transformado e deixado descansar?

Será um encontro de escuta, reflexão, troca e autoconhecimento.

📅 19 de setembro
🕞 15h30
💻 Roda virtual pelo Google Meet- chame no whatsApp para se inscrever!

Prepare seu cantinho, seu café ou chá e venha participar conosco.

Espero você!

🌿 Com carinho,

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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Setembro Amarelo!



Setembro Amarelo: 

cuidar da mente também é cuidar da vida!

Setembro chega trazendo um convite importante: olhar com mais atenção para aquilo que nem sempre conseguimos enxergar.

Nem toda dor aparece. Nem todo cansaço é físico. Às vezes, por trás de um sorriso, de uma rotina aparentemente normal ou de um simples “está tudo bem”, existe alguém tentando lidar silenciosamente com sentimentos difíceis.

O Setembro Amarelo nos lembra da importância de falar sobre saúde mental, acolhimento, escuta e cuidado emocional. Mais do que uma campanha, este mês pode ser uma oportunidade para observarmos como estamos nos sentindo e também percebermos quem está ao nosso redor.

Nem sempre precisamos ser fortes o tempo todo!

Vivemos em uma sociedade que frequentemente associa força à capacidade de suportar tudo sozinha. Continuar trabalhando, cuidando da família, resolvendo problemas e mantendo a rotina, mesmo quando emocionalmente estamos exaustas.

Mas reconhecer que algo não está bem também é uma forma de força.

Existem momentos em que precisamos diminuir o ritmo, conversar, reorganizar pensamentos ou simplesmente admitir: “Hoje eu não estou bem.”

E está tudo bem precisar de apoio.

Escutar pode fazer diferença!

Muitas vezes, quando alguém compartilha uma dificuldade, nossa primeira reação é tentar encontrar uma solução. Mas nem sempre a pessoa precisa de respostas.

Às vezes, ela precisa apenas de alguém que escute sem julgamento.

Perguntas simples podem abrir espaço para uma conversa importante:

“Como você está de verdade?”

“Quer conversar?”

“Posso fazer alguma coisa por você?”

Presença, atenção e respeito podem representar muito para alguém que atravessa um momento delicado.

Observe os sinais do seu próprio corpo e das suas emoções!

Nosso corpo também conversa conosco.

Alterações no sono, irritabilidade frequente, isolamento, falta de energia, dificuldade de concentração, ansiedade intensa, perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas ou uma sensação constante de vazio podem indicar que algo precisa de mais atenção.

Não significa que devemos tentar interpretar ou diagnosticar tudo sozinhas. Significa apenas reconhecer que nossa saúde emocional merece o mesmo cuidado que dedicamos à saúde física.

Buscar acompanhamento profissional quando necessário é uma atitude de responsabilidade consigo mesma.

Cuidar da mente pode começar nas pequenas coisas

Nem sempre conseguimos mudar tudo imediatamente. Mas podemos começar criando pequenos espaços de cuidado dentro da rotina.

Dormir melhor, respeitar os próprios limites, reduzir cobranças excessivas, estar perto de pessoas que fazem bem, caminhar, respirar, descansar, escrever, meditar, fazer terapia ou simplesmente reservar alguns minutos do dia para ficar em silêncio.

Autocuidado não é fugir dos problemas. É construir recursos internos para atravessá-los.

Também é importante compreender que cada pessoa possui seu próprio tempo. Não existe uma fórmula única para se sentir melhor.

Você não precisa carregar tudo sozinha!

Talvez uma das mensagens mais importantes do Setembro Amarelo seja justamente esta: pedir ajuda não diminui ninguém.

Todos nós podemos atravessar períodos de fragilidade emocional.

Conversar com alguém de confiança, procurar apoio profissional e permitir-se ser acolhida podem abrir novos caminhos quando parece difícil enxergá-los sozinha.

E também podemos olhar com mais delicadeza para quem está perto.

Uma mensagem, uma ligação, um café ou alguns minutos de conversa podem representar muito mais do que imaginamos.

Neste Setembro Amarelo, que possamos substituir julgamentos por escuta, cobranças por compreensão e silêncio por conversas verdadeiras.

Cuide de você e de quem está por perto. Não tenha medo de pedir ajuda. Se precisar, me chame no WhatsApp 31-99122-3190. Você não precisa enfrentar tudo sozinha.


🌿 Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga


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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Eclipse Parcial em Agosto!


 

Lua Cheia e Eclipse de Agosto: 

quando a luz encontra a sombra!

No fim de agosto, o céu nos oferece um daqueles acontecimentos que naturalmente despertam contemplação: a Lua Cheia acompanhada de um eclipse lunar parcial.

A Lua Cheia com eclipse lunar parcial de 27 para 28 de agosto,  A NASA informa que esse eclipse será visível em grande parte da América do Norte e do Sul, além de partes da Europa e da África, e que, no auge do fenômeno, cerca de 93% do diâmetro da Lua ficará dentro da sombra escura da Terra.

Mais do que um fenômeno bonito de observar, a Lua eclipsada também pode ser vista simbolicamente como um convite à reflexão. A luz continua existindo, mas por alguns instantes encontra a sombra. E talvez seja justamente por isso que esse momento toque tanto o imaginário humano: ele nos lembra que nem tudo o que se obscurece desaparece — às vezes, apenas pede para ser visto de outra maneira.

A Lua Cheia já costuma ser associada a culminação, percepção, sensibilidade e encerramento de ciclos. Quando vem acompanhada de um eclipse, essa imagem se aprofunda. É como se algo que estava à vista ganhasse outra camada de significado. O eclipse nos convida a olhar para aquilo que estava encoberto, silenciado ou apenas esperando o tempo certo para se revelar.

Talvez esta seja uma boa oportunidade para fazer uma pausa, observar a própria vida e se perguntar:

  • O que está chegando ao auge dentro de mim?
  • O que precisa ser iluminado com mais honestidade?
  • O que já cumpriu seu ciclo?
  • O que pede encerramento, compreensão ou transformação?

Não se trata de prever destinos, mas de acolher o símbolo. O céu nos oferece imagens, e nós oferecemos sentido.

Que esta Lua Cheia com eclipse seja, para cada uma de nós, um lembrete delicado e profundo: a sombra não anula a luz; muitas vezes, ela apenas nos ajuda a enxergá-la com mais verdade.

🌿 Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga


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domingo, 23 de agosto de 2026

IPPE Convida para "O CHÁ COMIGO" Com Beth Castro!



 Chá comigo: Memórias, Afetos e Histórias Silenciosas! 

Tem histórias que a gente carrega em silêncio, esperando o momento certo para serem ouvidas.

Neste "Chá Comigo", abriremos espaço para as memórias que nos formaram e os afetos que seguem nos sustentando . 

Um encontro delicado, onde a palavra é leve e a escuta é cuidadosa, um convite para partilhar as histórias silenciosas que construíram o caminho até aqui. 

As melhores histórias não são as mais contadas — 

são as que a gente sente!

PRESENCIAL E GRATUITO 


Faça sua inscrição pelo link abaixo: 

https://www.sympla.com.br/evento/cha-comigo-memorias-afetos-e-historias-silenciosas/3549421 


Data : 27/08/2026

Horário: 14h às 17h

Mediadora: Beth Castro


Local : Avenida do Contorno 8000 – 18º andar, Santo Agostinho, Belo Horizonte/MG. 

Fale com o IPPE de forma rápida e direta: (31) 3643-7265 - (31) 9 9683-6917 - 

(31) 9 9913-5709

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