domingo, 22 de fevereiro de 2026

La Llorona - Conto de Mulheres Que Correm Com os Lobos!



🌙 La Llorona — o chamado das águas da alma feminina!

Existem histórias que não pertencem ao tempo.
Elas pertencem à psique.

São narrativas que continuam vivas porque falam de experiências que atravessam gerações de mulheres:
a perda, o silenciamento, o excesso de responsabilidade, o amor que transborda, o momento em que a alma pede para ser escutada.

Em março, nossa Roda de Mulheres Sábias & Fortes, será um espaço de travessia através da contoterapia com o conto de La Llorona — não como uma lenda para ser compreendida racionalmente, mas como um campo simbólico de cura, reconhecimento e reconexão com a nossa natureza instintiva.

La Llorona é água.

E a água, na linguagem da alma, fala das emoções profundas, daquilo que foi vivido e não pôde ser chorado, das memórias que permanecem em estado de espera dentro de nós.

Ao longo da vida, muitas mulheres aprendem a conter o próprio fluxo para dar conta de tudo:
ser fortes, sustentar, cuidar, continuar.

Mas a alma não esquece.

Ela chama.

E esse chamado pode vir como cansaço, como sensação de vazio, como vontade de se recolher, como necessidade de voltar para si.

É nesse ponto que os contos de fadas e as histórias ancestrais se tornam caminhos terapêuticos.

Na contoterapia, trabalhamos com os contos como mapas da psique feminina.
Cada imagem, cada cenário, cada personagem representa um movimento interno da alma.

La Llorona não fala apenas de dor.
Ela fala de transformação.

Ela é o arquétipo da mulher que precisa reencontrar sua própria voz,
que precisa resgatar sua energia vital,
que precisa transformar culpa em consciência,
memória em presença,
choro em rio que volta a fluir.

Quando olhamos para essa história dentro de um campo seguro de Roda de Mulheres, algo muito profundo acontece:

a dor deixa de ser individual e passa a ser coletiva
o silêncio encontra acolhimento
a alma relaxa
a força retorna de forma orgânica

Porque a cura feminina não acontece na pressa —
ela acontece no vínculo, na escuta e na presença.

Essa vivência é um convite para mulheres que sentem:

🌿 necessidade de voltar para si
🌿 emoções acumuladas
🌿 cansaço profundo
🌿 ciclos que pedem encerramento
🌿 desejo de reconectar com a vida criativa
🌿 chamado para o autoconhecimento feminino

Durante o encontro, vamos acessar o conto de forma sensível e terapêutica, com práticas que favorecem:

💧 a liberação emocional consciente
💧 a reconexão com a alma selvagem
💧 o fortalecimento do campo interno
💧 a escuta do corpo e da intuição

Não é só sobre entender a história.
É sobre permitir que ela revele algo em você.

Porque toda mulher, em algum momento da vida, precisa atravessar suas próprias águas.

E quando atravessa em círculo, sustentada por outras mulheres, essa travessia se transforma em renascimento.

 🌿 Para quem é essa vivência?

Para mulheres que desejam:

aprofundar seu processo de autoconhecimento
participar de uma terapia em grupo para mulheres
vivenciar a contoterapia de forma prática e sensível
acessar arquétipos femininos como caminho de cura
fortalecer sua energia e sua expressão autêntica

🌙 Roda de Mulheres — Vivência Terapêutica Online

📅 Março
💻 Encontro virtual
🌿 Vagas limitadas para manter o campo acolhedor

💌 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-99122-3190.

Há histórias que nos encontram no momento exato.
E há encontros que a alma reconhece antes mesmo de acontecer.

Se ao ler este texto algo em você se moveu…
talvez esse seja o seu chamado.

Com carinho,



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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Carnaval 2026!






Carnaval como rito, corpo e verdade!

Hoje sábado de Carnaval e com ele uma energia intensa começa a circular no ar.
As ruas se enchem de cores, sons, corpos em movimento e emoções à flor da pele. Para muitos, é apenas festa. Para outros, é excesso. Mas, num olhar mais profundo, o Carnaval é um rito ancestral.

Historicamente, o Carnaval sempre foi um momento de suspensão das regras, de inversão simbólica, de liberação do corpo e da voz. Um tempo em que aquilo que é contido durante o ano encontra uma brecha para se expressar. E é exatamente aí que mora sua potência — e também seu risco.

O desejo aparece.
A sombra também.

Por isso, mais do que julgar ou romantizar, o convite que faço é à consciência.
Como você atravessa esse período?
Você se abandona ou se escuta?
Você se perde ou se permite viver com presença?

Há quem precise da dança para se lembrar que está vivo.
Há quem precise do recolhimento para não se violentar internamente.
Ambos estão certos — quando há verdade.

O Carnaval pode ser celebração, mas também pode ser um espelho.
Ele revela o quanto sabemos colocar limites, o quanto respeitamos nosso corpo, nossos afetos e nossa energia vital.

Que neste Carnaval você escolha o que te nutre.
Que saiba dizer “sim” sem se trair.
E dizer “não” sem culpa.
Que honre o seu ritmo — seja ele de festa ou de silêncio.

Porque espiritualidade também é saber quando ir para a rua e quando voltar para dentro.
Bom carnaval!

Com carinho,

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Sexta-Feira 13!




Sexta-feira 13: medo, feminino e consciência!

 

A sexta-feira 13 se aproxima — e com ela, uma velha camada de medo coletivo volta a circular.

Para muitos, é um dia “carregado”. Para outros, apenas superstição.
Mas, simbolicamente, a sexta-feira 13 fala muito mais sobre o feminino do que sobre azar.

O número 13 sempre esteve ligado aos ciclos da vida, à lua, ao corpo feminino, à transformação. São 13 luas no ano. 13 ciclos menstruais. 13 é o número da morte simbólica — aquela que antecede o renascimento.

A sexta-feira, por sua vez, era tradicionalmente associada às antigas deusas, ao amor, à fertilidade, à sensualidade e ao prazer.
Quando esses símbolos foram sendo demonizados ao longo da história, o que antes era sagrado passou a ser temido.

Transformaram o mistério em ameaça.
O feminino em perigo.
O invisível em azar.

A sexta-feira 13 não é um dia para temer — é um dia para olhar para o que evitamos, para aquilo que foi reprimido, silenciado ou mal interpretado dentro de nós.

É um convite à consciência.
Ao respeito pelos ciclos.
À coragem de atravessar o que precisa morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.

Que este dia seja vivido com presença.
Sem medo projetado.
Sem fantasia negativa.
Com escuta interna e cuidado.

Porque o que não é visto costuma assustar.
E o que é integrado, liberta.

Feliz Sexta-Feira 13!

Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Janeiro Branco!

 




Janeiro Branco: Cuidar da Mente é Semear um Ano Inteiro de Flores

Janeiro chega com seu véu de renovação. Enquanto escrevemos metas em páginas em branco, planejamos rotinas, e sonhamos com conquistas, o ano sussurra uma pergunta essencial: e se a primeira e mais importante promessa fosse para com a nossa própria saúde mental?

Mais do que um propósito, é um alicerce. Imagine construir uma casa em solo instável: por mais bonitos que sejam os planos, tudo pode rachar. Assim é a nossa vida. Cuidar da mente não é "só" um item na lista; é o solo fértil onde todos os outros planos vão germinar.

O que é o Janeiro Branco, na prática?

Janeiro Branco não é apenas uma campanha de conscientização; é um lembrete gentil, um convite à introspecção. Assim como a cor branca simboliza paz, pureza e recomeços, este mês nos incentiva a fazer uma "faxina emocional".

É a hora de:

  • Limpar a poeira das preocupações que carregamos do ano anterior.
  • Acariciar aquelas emoções que deixamos de lado porque "não havia tempo".
  • Olhar nos olhos do nosso cansaço e perguntar: "O que você realmente precisa?".

Num mundo que celebra a produtividade ininterrupta, a resistência sem queixas e a superfície sempre polida, cuidar das emoções pode parecer um ato de rebeldia. Dizer "hoje preciso descansar" quando todos esperam que você produza. Priorizar uma terapia em vez de uma hora extra de trabalho. Desligar as notificações para conectar-se consigo mesmo.

Mas essa "rebelião" é, na verdade, um profundo ato de coragem e amor-próprio. É a compreensão de que não podemos dar ao mundo um presente que não temos dentro de nós: paz, paciência, empatia, criatividade.

Por que campanhas como essa são tão importantes?

Porque elas quebram o tabu. Elas transformam um diálogo interno solitário em uma conversa coletiva. Quando vemos a saúde mental sendo discutida abertamente, percebemos que não estamos sozinhos.

Aquele cansaço que parece apenas "frescura", a ansiedade que aperta o peito antes de reuniões, a dificuldade em estabelecer limites – tudo isso ganha um novo contexto: são sinais válidos de uma mente que precisa de atenção, não de julgamento.

A campanha do Janeiro Branco normaliza o cuidado. Ela nos lembra que saúde mental não é um destino, mas uma prática contínua. Assim como escovamos os dentes diariamente, podemos cultivar hábitos que nutrem nossa psique.

Como começar? Pequenos gestos, grandes transformações

Não precisa ser uma revolução. A jornada começa com micro sementes de atenção:

  1. Diário de Emoções: Reserve 5 minutos pela manhã ou à noite para anotar, sem filtros, o que está sentindo. Não é para ser literário; é para ser honesto. "Hoje estou cansado e irritado" já é um começo poderoso.
  2. Pausas com Intenção: Em vez de rolar a timeline no celular, faça uma pausa de 3 minutos para respirar profundamente, olhar pela janela ou tomar um chá em silêncio total.
  3. Check-in consigo mesmo: Ao longo do dia, pergunte-se: "Que nota de 1 a 10 eu daria para o meu nível de energia/stress neste exato momento?". Esse simples questionamento cria um radar interno.
  4. Busque ajuda profissional: Assim como vamos ao nutricionista para cuidar da alimentação, o psicólogo ou terapeuta é o profissional especializado no cuidado da mente. Não é "coisa para gente forte" ou "fraca" – é um recurso para qualquer pessoa que queira se entender e viver melhor.

Cuidar da mente não é um luxo para poucos; é uma necessidade vital, tão fundamental quanto respirar. É o que nos permite viver, e não apenas sobreviver.

Que tal aceitar o convite?

Este início de ano pode ser diferente. Em vez de apenas correr, que tal começar ouvindo?

Dedique alguns minutos desta semana para um diálogo interior sem pressa. Sente-se em um lugar tranquilo, coloque a mão no peito e pergunte, com genuína curiosidade: 

"Como você está, de verdade?".

O primeiro passo para um ano mais leve, autêntico e florido não precisa ser grandioso. Pode começar com um único suspiro de atenção.

E aí, topa semear essa primeira flor? 🌱

 

Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga


Se sentiu chamado(a) a aprofundar o cuidado com o " Janeiro branco", entre em contato e vamos conversar. 💌31-99122-3190.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Cuide Muito Bem Desse Lugar Bonito Chamado - Você!



 Cuide Muito Bem Desse Lugar Bonito Chamado-Você!

A gente aprende cedo a cuidar do que é externo.
Do que é visível.
Do que pode ser cobrado, medido, exigido.

Esse “lugar bonito” que é você, não é feito só de luz.
Ele também guarda cansaços antigos, emoções não resolvidas, escolhas feitas no automático, medos que foram empurrados para debaixo do tapete emocional.
E tudo bem. Somos humanos.
O problema começa quando ignoramos esse lugar por tempo demais.
Quando seguimos funcionando, mesmo sem sentir.
Quando nos afastamos tanto de nós mesmos que já não sabemos mais o que precisamos — apenas o que esperam de nós.

Cuidar de você não é um luxo. É uma necessidade silenciosa.
Às vezes, esse cuidado aparece como um pedido de pausa.
Outras vezes, como um incômodo que não vai embora.
Em muitos momentos, surge como aquela sensação estranha de que “algo não está no lugar”, mesmo quando, por fora, tudo parece normal.

Nem sempre conseguimos identificar sozinhos o que está acontecendo.
E isso não significa fraqueza.
Significa apenas que existem camadas internas que pedem escuta, clareza e orientação.

Entendendo a geografia do seu “lugar bonito”

Esse “Você” que merece cuidado é um universo particular, composto por diferentes territórios:

Cuidar bem significa ser o guardião amoroso de todos esses domínios, reconhecendo que a harmonia entre eles é o que chamamos de bem-estar integral.

Por que adiamos o cuidado essencial?

Colocamos o cuidado pessoal no fim da lista por muitas razões: a valorização inconsciente do sacrifício, a confusão entre autocuidado e vaidade, ou a culpa que surge quando priorizamos nossas próprias necessidades.

Romper esse padrão exige coragem para afirmar:
você é o projeto mais importante da sua vida.
É trocar a autocrítica por um diálogo interno de acolhimento.

A arte do cuidado bem aplicado: da intenção à ação!

“Cuidar muito bem” é uma arte que se pratica em gestos grandes e pequenos. Significa:

  • Cultivar a Presença: criar pausas intencionais para checar: “O que estou sentindo? Do que preciso agora?”
  • Erguer Pontes Saudáveis: estabelecer limites claros não é rejeição — é proteger a energia e a paz do seu “lugar interno”.
  • Oferecer Nutrição Integral: escolher com critério o que entra na sua vida — dos alimentos às informações, das companhias aos entretenimentos.
  • Investir em Ferramentas de Insight: procurar apoio profissional é um ato profundo de cuidado. É como contratar um guia especializado para ajudar a restaurar e embelezar os cantos do seu lar interior.

Quando o cuidado é um caminho acompanhado!

Às vezes, as camadas internas pedem mais do que uma escuta solitária.
Elas pedem clareza, reflexão guiada e ferramentas que aproximem você da sua própria verdade.

É aqui que a visão integrativa se faz presente.
Como Terapeuta Integrativa e Taróloga, entendo cada pessoa como um sistema único e completo.
A abordagem integrativa visa harmonizar as diferentes camadas do ser, enquanto o tarô terapêutico atua como ferramenta de espelhamento e insight, ajudando a revelar padrões, acessar a intuição e iluminar caminhos para um autocuidado mais profundo e alinhado com quem você verdadeiramente é.

O que acontece quando você começa a cuidar desse lugar?

As escolhas ficam mais conscientes.
Os limites mais claros.
As relações mais verdadeiras.
E a vida começa a fluir com menos peso.

Cuidar de si é um compromisso contínuo, não uma tarefa de um mês ou uma meta passageira.
É a prática mais fundamental da sua existência.

Quando você decide “cuidar muito bem desse lugar bonito”, você não está se afastando do mundo.
Está se fortalecendo para viver nele com mais autenticidade, resiliência e amor.
Você se torna, então, um farol — para si mesmo e para os outros.

E se você sente que chegou a hora de olhar para dentro com mais profundidade?

Se percebe que tem se deixado para depois…
Se está cansado(a) de carregar tudo sozinho(a)…
Se intui que algo dentro de você pede atenção, escuta e cuidado…

Talvez esteja na hora de caminhar acompanhado(a).

Estou aqui, com escuta, cuidado e verdade, para ajudar você a traçar um mapa personalizado dessa jornada de autocuidado profundo.

Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga


Se sentiu chamado(a) a aprofundar o cuidado com o seu "lugar bonito", entre em contato e vamos conversar. 💌31-99122-3190.

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