segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Medos noturnos? Transforme o ritual do sono em um momento de proteção e amor!💕







Spray da Coragem: um ritual de acolhimento e confiança!

O medo é uma emoção natural , ele protege, alerta e ensina!
Mas quando se torna constante, ele precisa de cuidado e não de repressão.
Foi com esse olhar que fiz nascer o Spray da Coragem: uma sinergia aromática que acolhe os medos e devolve à alma o sentimento de segurança.

Combinando os óleos essenciais de Lavanda (tranquilidade e equilíbrio), Tangerina (alegria e confiança) e Cedro Atlas (força e estabilidade), o spray atua como um suporte emocional suave, ideal para crianças sensíveis, imaginativas ou que temem o escuro, e também para adultos que buscam leveza e centramento.

Borrifar o Spray da Coragem antes de dormir ou nos momentos de tensão, é um gesto simples que pode se transformar em um ritual de autocuidado e proteção energética!
A aromaterapia não apenas relaxa o corpo — ela também reeduca o sistema emocional, ensinando que é possível descansar com confiança.

Feito com óleos essenciais 100% puros, água e amor, o Spray da Coragem é um lembrete suave de que o cuidado começa nos detalhes.
Cada respiração pode ser um reencontro com a força interior.

Abaixo a lista de itens que precisará para fazer o seu Spray da Coragem! 

Ingredientes (100 ml):

Modo de preparo:

  1. Coloque o álcool (ou hidrolato) no frasco spray de plástico âmbar.

  2. Adicione os óleos essenciais e agite bem.

  3. Complete com a água e misture novamente.

Como usar:

  • Borrife de 2 a 3 vezes no ar do quarto, lençóis ou cortinas 10 minutos antes da criança dormir.

  •  Alerta de cuidado extra!!!!

  • Evite borrifar diretamente sobre o travesseiro ou próximo ao rosto! Aqui um cuidado extra para que a criança evite borrifar próximo ao seu rosto e olhos! 

💬 Frase afirmativa terapêutica: para dizer enquanto dá as borrifadas com o spray:

-Esse cheirinho irá proteger e trazer sono tranquilo e lindos sonhos! ou uma frase que desejar!

Esse Spray da Coragem irá ajudar a criança dormir muito melhor à noite, esquecendo o medo do desconhecido e do escuro! Espero que ajude! Trarei outra composição de Spray da Coragem em breve!

Com Carinho, Beth Castro 💕
Guardiã de Vivências Transformadoras.




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domingo, 5 de outubro de 2025

Outubro Rosa!

 




Outubro Rosa: o autocuidado como ato de amor e consciência!

O Outubro Rosa nasceu como uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama, mas hoje representa algo ainda maior: um movimento de reconexão das mulheres com seus próprios corpos.
Mais do que lembrar de exames e diagnósticos, o mês nos convida a resgatar algo essencial — o valor do autocuidado como um ato de amor e respeito por si mesma.

Muitas mulheres passam anos cuidando de todos à sua volta: filhos, parceiros, trabalho, casa, responsabilidades… e acabam se esquecendo de olhar para dentro. O corpo, silencioso, avisa — mas nem sempre é ouvido.
O Outubro Rosa é esse lembrete coletivo: você também precisa de cuidado, tempo e escuta.

O autocuidado não se resume a um gesto físico. Ele envolve reconhecer as próprias necessidades, descansar sem culpa, fazer exames regulares e manter uma relação saudável com o próprio corpo.
É um exercício diário de presença: perceber o que o corpo sente, o que a alma pede e o que a vida está tentando mostrar.

A prevenção começa com informação, mas se fortalece com consciência.
O autoexame, o acompanhamento médico e o olhar atento às mudanças do corpo são formas de amor — não de medo.
Amor por continuar aqui, inteira, presente, com saúde e propósito.

Neste Outubro Rosa, o convite é simples: retome o compromisso de cuidar de você.
Não apenas porque é importante, mas porque você merece — todos os dias do ano.


Com Carinho, Beth Castro 💗

Guardiã de Vivências Transformadoras.

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sábado, 4 de outubro de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - Gratidão Sapatinhos Vermelhos!👠👠


Gratidão Sapatinhos Vermelhos!👠👠

Gratidão a todas as mulheres que estiveram presentes na Roda Virtual “Os Sapatinhos Vermelhos” hoje 💃🌹
Cada partilha, cada silêncio e cada olhar trouxeram a força do feminino que desperta — aquele que escolhe soltar os sapatos apertados e voltar a dançar com a própria alma!

Que possamos lembrar sempre: a liberdade não está fora, mas dentro — no instante em que paramos de buscar aprovação e começamos a nos escolher!

✨ Meu coração segue grato por cada mulher que mergulha nesse caminho de cura e reconexão.
Seguimos juntas, com pés leves e alma viva.

Nosso próximo encontro será com o conto “Pele de Foca, Pele da Alma”, um convite para voltar à própria casa interior e recuperar o que é essencial.
📅 Sábado, dia 8, às 16h, pelo Google Meet.
💗 Valor: R$ 53,00
📲 Inscrições pelo WhatsApp: 31 99122-3190

Com Carinho, Beth Castro👠👠
Guardiã de Vivências Transformadoras.

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Mulheres Que Correm Com os Lobos - Os Sapatinhos Vermelhos!👠👠





Quando os Sonhos Ganham Forma!👠👠


O conto dos Sapatinhos Vermelhos vai muito além de uma simples história, ele revela como desejos aparentemente inofensivos podem, aos poucos, tomar conta de nossa vida, nos afastando de nossa essência mais verdadeira. 

No capítulo 8 do livro, Clarissa Pinkola Estés nos convida a refletir sobre o que estamos calçando em nossa jornada? E o mais importante; para onde esses sapatos estão nos levando?

Algumas escolhas parecem belas e irresistíveis, mas, sem percebermos, podem nos fazer dançar uma música que não é a nossa, até que já não sabemos mais como parar. É aí que percebemos que não é o excesso que nutre, mas sim o que faz sentido para o nosso coração!

A boa notícia é que sempre é possível voltar para casa, ou seja, para dentro de nós. E esse retorno começa nos pequenos gestos, no olhar atento para o simples, no resgate do que realmente importa!

✨ É quando os nossos pés descansam, e assim a nossa alma pode dançar levemente!

Nesse descanso, abrimos espaço para a clareza. Entre rabiscos numa prancheta de projetos e um bom chá quente, os sonhos que antes pairavam abstratos em nossa mente começam a ganhar forma. Eles pedem espaço, atenção e um caminho feito por nossas próprias mãos!

Muitas vezes esquecemos que já realizamos coisas que um dia pareciam impossíveis. Por isso, uma poderosa ferramenta de reconexão é escrever no seu diário, ou no seu caderno de projetos, aquilo que também já se concretizou. Esse ato não é só registro; é uma forma de reconhecer o próprio caminho, celebrar as conquistas e renovar a confiança para os próximos passos.

Você já parou para observar que sapatos está usando na jornada da sua vida?

Se sentiu identificada com essa reflexão e quer aprofundar esse aprendizado, eu te convido para uma experiência transformadora:

👠 Roda Virtual Terapêutica -“Os Sapatinhos Vermelhos”
📅 Data: Sábado, 04/10 às 16h
🖥 Plataforma: Google Meet
💌 Valor: R$ 53,00
📲 Inscrições: Entre em contato pelo WhatsApp: (31) 99122-3190

Vamos juntas explorar como calçar sonhos que são verdadeiramente nossos , e dançar uma dança que tem a nossa assinatura!

Com Carinho, Beth Castro 👠👠

Guardiã de Vivências Transformadoras. 


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sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - Os Sapatinhos Vermelhos!👠👠





HEDDA GABLER!

O Enigma da Mulher à Frente do Seu Tempo,

 e o Espelho de Nossas Armadilhas Psíquicas!

Na galeria de personagens imortais criadas pelo dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, Hedda Gabler ocupa um lugar de destaque e mistério. Estreada em 1890, a peça apresenta-nos uma figura que vai muito além dos rótulos fáceis, desafiando a compreensão do público e dos que a rodeiam. Mas, afinal, quem é esta mulher que continua a fascinar e a perturbar, a ponto de ser referida por Clarissa Pinkola Estés em "Os Sapatinhos Vermelhos" como um arquétipo de alerta?

Hedda é, antes de mais nada, a filha do General Gabler. Esta é a sua identidade primordial, a que verdadeiramente carrega com orgulho. Do pai, ela não herdou uma fortuna, mas símbolos que definem a sua psique: um piano, um quadro retratando o general, uma imensa arrogância e um par de pistolas. Estes objetos representam um mundo de autoridade, poder e ação que contrasta brutalmente com a realidade em que vive.

Após o casamento com Jorgen Tesman, um acadêmico bem-intencionado mas convencional, Hedda vê-se confinada, e ao que Clarissa Pinkola Estés chamaria de "carruagem dourada" - uma vida burguesa aparentemente confortável, mas que ela despreza profundamente. A sua nova casa, os convivas, as expectativas sociais – tudo lhe parece raso, insípido e intoleravelmente monótono. Ela é de um espírito intenso, e agora aprisionado na gaiola dourada do conforto medíocre, vestindo o que parece "correto" socialmente, mas isso tudo então, sufoca a sua vitalidade.

O mal-estar de Hedda não é apenas social ou conjugal; é existencial. Ela explicitamente declara não ter qualquer vocação, expressando um vazio interior que corrói a sua essência. O que Hedda anseia não é uma carreira ou independência financeira (embora a dependência a asfixie), mas uma vida repleta de beleza, coragem e intensidade dramática. Ela deseja que a existência seja uma obra de arte, mas depara-se com a banalidade do quotidiano.

É aqui que a análise de Clarissa Pinkola Estés ilumina ainda mais esta personagem: Hedda encarna perfeitamente a mulher que, em vez de nutrir a sua própria vida criativa (os "sapatos feitos à mão"), investe na estética do controle. Quando a alegria criativa some, aparece a compulsão por dominar pessoas e destinos - uma dependência tão tóxica quanto qualquer vício.

Hedda não é uma mulher fácil de amar. Ela é arrogante, manipuladora e por vezes cruel. O seu desprezo pelo marido é palpável, e a sua rejeição à maternidade era escandalosa para a época. No entanto, Ibsen não a pinta como um monstro, mas como um produto de um conflito insanável: ela é demasiado convencional para abandonar tudo, como Nora em "Casa de Bonecas", mas demasiado desajustada para se conformar.

Ela vive o que Clarissa descreve como "a vida dupla e a máscara": por fora, elegância e bons modos; por dentro, uma verdadeira "hemorragia interna" de ressentimento e desgosto. Hedda não é "a vilã" clássica: ela revela como uma mulher inteligente, sem espaço para o próprio desejo criativo, pode adoecer numa tentativa de manter tudo perfeito.

Hedda Gabler é, no fundo, o espelho de um desconforto profundo que muitas vezes não consegue ser nomeado. Ela representa a luta entre os nossos desejos mais profundos de significado e a realidade, por vezes opaca, que nos é imposta. A sua luta contra a irrelevância, o tédio e a falta de autenticidade ressoa de forma poderosa ainda hoje.

Quando Clarissa Pinkola Estés a menciona em "Os Sapatinhos Vermelhos", é para nos lembrar do que está em jogo quando abandonamos a vida feita à mão: perdemos o eixo, substituímos vitalidade por aparência, e a beleza vira cativeiro. Ibsen criou em Hedda não uma resposta, mas uma pergunta permanente sobre o lugar da intensidade, da liberdade interior e da beleza em um mundo que, tantas vezes, parece valorizar apenas o prático e o convencional.

O recado que fica, tanto da peça de Ibsen quanto da análise de Clarissa, é simples e profundo: troque o controle pela criação, a aparência pelo alimento da alma, a pressa pela maturação do seu próprio caminho. É assim que os sapatinhos vermelhos voltam a ser obra nossa - e não uma armadilha que nos puxa para longe de nós mesmas.

Hedda permanece assim; um dos personagens mais enigmáticos e cativantes da história do teatro, uma mulher cujo fogo interior, quando não canalizado para a criação, consome tudo à sua volta. Um aviso atemporal sobre o preço de ignorarmos os nossos instintos mais profundos em nome das convenções.

Hedda Gabler não é uma heroína, e é exatamente por isso que seu exemplo é tão valioso. Ela é um poderoso alerta. Ela nos mostra o desfecho de uma alma brilhante que, ao se ver encurralada, escolheu o controle destrutivo em vez do caminho mais difícil da auto renovação. Ela nos ensina, não pelo caminho a seguir, mas pelo abismo a evitar.

Sua história é um aviso solene: de nada adianta a inteligência e a percepção aguçada se não forem usadas para tecer uma saída criativa. O verdadeiro antídoto para a armadilha não é uma revolução grandiosa e dramática, mas a coragem silenciosa de, ponto a ponto, costurar uma nova vida com as próprias mãos.

Então quando você se pegar querendo controlar pessoas, situações ou resultados para aliviar a sua inquietação (como Hedda), deve primeiro parar de tudo. E só então canalizar essa energia para um ato criativo, por menor que ele seja, por exemplo, cozinhar uma refeição observando cada detalhe da receita, ou escrever um pouco, pois isso alivia demais, ou cuidar de uma planta, dançar sozinha na sala, isso mesmo, dançar faz bem demais, ou até começar um projeto que sempre adiou. Porque não? São terapias excelentes para preencher algum vazio interno. 

Vamos dizer que os sapatos param de dançar sozinhos, quando a energia que os alimentava (a fome da alma não saciada) é direcionada para algo que é genuinamente seu — sua "obra feita à mão". A criação é o antídoto para o controle. É ela que reconecta você com o seu próprio eixo e faz os seus sapatinhos vermelhos serem uma expressão de sua vitalidade, e não uma armadilha. Devemos reconhecer e evitar as armadilhas, mas uma vez dentro teremos que parar de dançar no ritmo dos outros e começar a costurar os nossos próprios sapatos.

Convite: Venha Participar da Roda Virtual do dia 4 de Outubro às 16 horas pela plataforma do Meet, valor de contribuição de 53,00, chame no WhatsApp- 31-99122-3190- e garanta seu lugar nesse conto imperdível, vagas limitadas! 

Com Carinho, Beth Castro 👠👠
Guardiã de Vivências Transformadoras.


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quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - Os Sapatinhos Vermelhos!👠👠






🌳 Não Corte as Suas Árvores Internas!

Algumas pessoas se incomodam com uma simples folha caída no chão.
Para manter o “padrão de limpeza”, cortam a árvore inteira — amputam vida para evitar o ciclo natural da mudança!

Clarissa Pinkola Estés no livro Mulheres Que Correm Com os Lobos, no capítulo 8 - Os Sapatinhos Vermelho, vem nos lembrar que, na psique, isso também acontece quando tentamos eliminar o que não “combina” com o que os outros esperam; quando sufocamos os nossos talentos, os nossos sonhos, desejos ou fases da vida porque parecem fora de lugar.

Mas as folhas caídas nutrem o solo.
O que parece “bagunça” é, na verdade, renovação e fertilidade.
Cortar é interromper a vida, é empobrecer o próprio ser. 
 Seu ciclo tem quedas, mudanças e brotações. 

Honre cada etapa.

Não corte as suas árvores internas para agradar quem não suporta folhas no chão.

🌿 Quer fortalecer as suas raízes e honrar os seus ciclos?
👉 Agende comigo um jogo de Tarot terapêutico ou participe da Roda de Mulheres Sábias & Fortes, um encontro especial para quem deseja se reconectar com a sua própria essência e libertar-se das podas desnecessárias.
A Roda será no próximo dia 4 de outubro, às 16h ( pela plataforma do Meet), e o investimento é de R$ 53,00.
Vamos juntas cultivar o solo fértil da sua alma. 💜 
🌳 Convido você a um encontro profundo de autocuidado e consciência.


💌 Entre em contato no whatsApp 31-99122-3190 -para reservar a sua vaga.

Com Carinho, Beth Castro 👠👠
Guardiã de Vivências Transformadoras.

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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos e o Tarot Sete de Copas!






A Carruagem Dourada e o Sete de Copas!

No conto Os Sapatinhos Vermelhos, de Clarissa Pinkola Estés, uma carruagem dourada aparece diante da menina que vivia de forma simples e livre, e que fazia os seus próprios sapatos.

Ela acredita ter encontrado um abrigo, cuidado e segurança.
Mas a carruagem é também a porta de um cativeiro silencioso, onde a alma perde espaço para brincar, criar e respirar.

No Tarot, o Arcano Sete de Copas expressa exatamente essa energia:
as sete taças suspensas no ar são sonhos, promessas e ilusões.
Cada taça brilha com algo diferente — seja riqueza, um amor ideal, poder, espiritualidade — mas nem todas contêm o que parecem.
É a carta da sedução das aparências, do risco de confundir desejo profundo com fantasia passageira.

O conto e a carta se encontram no mesmo ponto essencial:

a necessidade de discernir entre o que alimenta a alma e o que apenas reluz.

Assim como a menina, podemos ser atraídas por oportunidades que parecem perfeitas:
um relacionamento que promete estabilidade, um trabalho que traz status, um convite que soa mágico.
Mas, se não ouvirmos os nossos instintos, podemos descobrir que o “ouro” era apenas um brilho, e que a liberdade custa muito mais caro que a promessa.

Este paralelo nos convida a um gesto de poder:
respirar, sentir e perguntar antes de aceitar qualquer “carruagem dourada”:

“Isso realmente nutre o meu coração selvagem ou apenas brilha por fora?”

Quando escolhemos com consciência, a carruagem se torna caminho, e não armadilha. O Sete de Copas se transforma em arte de discernir, e não convite para a dispersão.
💡 
 Deixo aqui essa reflexão para você: Qual é a sua carruagem dourada hoje?
Peço que compartilhe por favor este texto com quem possa estar diante de uma grande decisão.
E se você sentir que precisa de clareza, agende comigo uma leitura de Tarot ou uma vivência terapêutica para fortalecer o seu autoconhecimento e discernimento. Meu WhatsApp 31-99122-3190, entre em contato.

Com Carinho, Beth Castro 💕
Guardiã de Vivências Transformadoras.


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