domingo, 1 de abril de 2012
O LOUCO DO TARÔ -ARCANO MAIOR 22 OU ZERO!
Imagem retirada da taroteca. O Louco de Ride Waite
A carta 22 O Louco ou de número Zero no tarô de Rider Waite; nos mostra um andarilho com vestes de um bobo da corte, tem em sua mão esquerda uma flor, e na direita um bastão com uma trouxinha de roupas, o seu olhar está para o alto e ele se encontra quase à beira de um precipício. Ao seu lado um cão o chama para os perigos que ele corre não percebendo por onde pisa. A simbologia disso é que a carta nos mostra a figura de uma pessoa que interage com a natureza, o dia é claro, aparece o sol e o céu está sem nuvens, ele está no alto e não olha pra baixo, o que transmita altivez nas suas atitudes, ele não está preocupado com o caminho e segue em frente sem medo. Sua bagagem é o mínimo necessário, há um desapego das coisas materiais, ele tem tudo em sua mente e o que ele leva na trouxinha são suas experiências com a vida. Ele é irreverente, impulsivo, desatento, despreocupado, espontâneo, criativo, sincero, verdadeiro, tem leveza no seu caminhar, ele está de bem com a vida, ele ama o Universo e o Universo conspira a seu favor, ele se lança ao novo sem medo de correr riscos, ele é atirado, adora viajar, adora a liberdade e não se prende a nada e nada o prende, sua criança interior fala mais alto, ele é ingênuo, inocente não tem maldade, encara os desafios sem máscaras, sua energia é vibrante e contagia a todos, não tem preocupações com o dia de amanhã por isso vive o hoje intensamente e sem medo de ser feliz.
O lado inconsequente desse arcano é que ele pode se mostrar irresponsável a ponto de causar danos e prejuízos através de um ato impensado, a impulsividade levando a ele a experiências desastrosas, o caus gerado por uma imprudência e a desorientação, ele não saber escolher o que for de melhor para ele naquele momento de sua vida.
No plano material dificilmente há uma concretização com esse arcano, por isso o conselho para o consulente é focar mais em seus objetivos.
No plano espiritual não vejo como uma carta muito boa pois ela revela que o consulente precisa ter mais consciência do seu lado espiritual porque a alma pode estar desprotegida.
No plano mental há muita coisa na cabeça, muitas ideias, muitos planos, ele está muito criativo no momento, pode também estar disperso.
No plano sentimental já notei muito esse arcano sendo aquele que tem coragem para loucuras no amor, como também aquele que não quer compromisso sério, ele gosta a sua maneira e não quer se prender demais no relacionamento, prefere a sua liberdade.
Futuro com esse arcano; eu posso dizer que em caso de empresa quando sai essa carta é que algo inesperado acontecerá, dependendo de outro arcano menor a notícia pode ser de caus, desorganização e dissolução. No amor eu lembro muito aquela música do Zeca Pagodinho “Deixa a vida me levar...vida leva eu...” porque assim caminhará o relacionamento até se firmar ou mesmo terminar. Será um relacionamento onde um ficará sempre tendo casos a parte até quando a outra pessoa aturar.
sexta-feira, 23 de março de 2012
VOCABULÁRIO FEMININO!
"Se eu tivesse que escolher uma palavra
- apenas uma -
para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje,
essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:
descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas,
acho que está passando da hora de aprendermos
a viver com mais leveza:
exigir menos dos outros e de nós próprias,
cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa,
olhar menos para o espelho.
Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão
falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial
da mulher moderna.
Amizade, por exemplo.
Acostumadas a concentrar nossos
sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas,
acabamos deixando as amigas em segundo plano.
E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher
quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas
(que gostam dos mesmos filmes que a gente),
sair sem ter hora para voltar,
compartilhar uma caipivodca de morango
e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes
- isso, sim, faz bem para a pele.
Para a alma, então, nem se fala.
Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez
(desligue o celular, se for preciso)
e desfrute os prazeres que só uma
boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário
duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino:
pausa e silêncio.
Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos,
três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia
- não importa -
e a ficar em silêncio.
Essas pausas silenciosas nos permitem refletir,
contar até 100 antes de uma decisão importante,
entender melhor os próprios sentimentos,
reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.
Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão
de uma mulher mal-humorada.
Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas
do nosso dia a dia.
Se for preciso, pegue uma comédia na locadora,
preste atenção na conversa de duas crianças,
marque um encontro com aquela amiga engraçada
- faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas,
cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado:
mulheres que falam em regime o tempo
todo costumam ser péssimas companhias.
Deixe para discutir carboidratos
e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista..
Nas mesas de restaurantes, nem pensar.
Se for para ficar contando calorias,
descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa
do companheiro de mesa com reprovação e inveja,
melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface
e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão?
Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que,
essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia:
gentileza.
Ter classe não é usar roupas de grife:
é ser delicada.
Saber se comportar
é infinitamente mais importante do que saber se vestir.
Resgate aquele velho exercício que anda esquecido:
aprenda a se colocar no lugar do outro,
e trate-o como você gostaria de ser tratada,
seja no trânsito, na fila do banco,
na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado,
na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser
indissociáveis da vida:
sonhar e recomeçar.
Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia,
o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?)
ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Brad Pitt ...
sonhar é quase fazer acontecer.
Sonhe até que aconteça..
E recomece, sempre que for preciso:
seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.
A vida nos dá um espaço de manobra:
use-o para reinventar a si mesma.
E, por último
(agora, sim, encerrando),
risque do seu Aurélio a palavra perfeição.
O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites.
Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita,
a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo,
a esposa nota mil.
Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam,
bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Viver não é
(e nunca foi)
fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem
(e a busca da perfeição pesa toneladas),
a tão sonhada felicidade fica muito mais possível."
Leila Ferreira
domingo, 18 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
(remember to breathe) Alberta - Travel Alberta
Tudo que eu precisava ver e ouvir hoje. Emocionante de tão belo.
:)
terça-feira, 6 de março de 2012
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