domingo, 21 de junho de 2026

Solstício de Inverno 2026: significado espiritual, energia do dia e ritual de renovação!

 




Solstício de Inverno: 

a noite mais longa e o convite 

ao recolhimento interior!

Um portal de introspecção, renascimento e retorno gradual da luz.

No dia 21 de junho de 2026, acontece o Solstício de Inverno no Hemisfério Sul. É a noite mais longa do ano e um momento simbólico de recolhimento, cura e renovação interior.

Hoje, 21 de junho de 2026, o Hemisfério Sul recebe oficialmente o Solstício de Inverno. No Brasil, esse momento marca o início astronômico do inverno e ocorre quando esta parte do planeta fica mais inclinada para longe do Sol, recebendo menos luz direta. Por isso, vivemos o período do dia mais curto e da noite mais longa do ano. Em 2026, o solstício de junho ocorre às 08h24 UTC, o que corresponde a aproximadamente 05h24 pelo horário de Brasília.

Mais do que uma mudança de estação, o solstício é um portal simbólico. A própria palavra vem da ideia de “Sol parado”, pois, nesse período, o movimento aparente do Sol parece atingir um ponto extremo antes de iniciar seu retorno gradual. Astronomicamente, o fenômeno acontece duas vezes por ano, em junho e dezembro, sempre marcando os extremos de luz e sombra entre os hemisférios. No Hemisfério Sul, junho traz o inverno; no Hemisfério Norte, o verão.

O que o Solstício de Inverno representa?

O Solstício de Inverno carrega uma mensagem profunda: a luz não desaparece, ela se recolhe para renascer.

É o ponto do ano em que a noite alcança sua maior extensão. No entanto, paradoxalmente, é também o começo do retorno da luz. A partir daqui, pouco a pouco, os dias voltam a crescer. Essa dinâmica natural nos lembra que todo ciclo de silêncio, pausa e introspecção também prepara uma nova fase de expansão.

Na natureza, o inverno fala de recolhimento. As sementes repousam sob a terra. As árvores diminuem seu ritmo. Os animais buscam abrigo. A vida continua, mas de maneira mais interna, mais silenciosa, mais essencial.

E nós, como parte da natureza, também somos convidados a escutar esse chamado.

Um tempo para desacelerar

Vivemos em uma cultura que valoriza movimento constante, produtividade, exposição e respostas rápidas. Mas o inverno chega para nos lembrar que nem todo crescimento acontece do lado de fora.

Há crescimentos que acontecem no silêncio.

Há curas que pedem pausa.

Há decisões que amadurecem no escuro.

Há partes da alma que só conseguimos ouvir quando diminuímos o ruído.

O Solstício de Inverno é, portanto, um convite para desacelerar sem culpa. É um momento favorável para olhar para dentro, revisar caminhos, acolher emoções e reconhecer o que precisa ser encerrado para que algo novo possa nascer.

A noite mais longa e a sabedoria da sombra

A noite, simbolicamente, representa o inconsciente, os mistérios, os sentimentos guardados, os medos, os sonhos e tudo aquilo que ainda não foi totalmente iluminado pela consciência.

Por isso, o Solstício de Inverno pode ser vivido como uma oportunidade de encontro com a própria sombra. Não no sentido de sofrimento, mas no sentido de honestidade interior.

O que em mim precisa de acolhimento?

Que parte da minha história eu ainda evito olhar?

O que estou tentando manter vivo, mesmo sabendo que já cumpriu seu ciclo?

Que luz deseja nascer em mim, mas ainda precisa de silêncio para ganhar força?

A noite mais longa do ano nos ensina que a escuridão não é inimiga. Ela pode ser ventre, pausa, proteção e preparação.

O inverno como portal de renascimento

Embora o inverno seja associado ao frio e à quietude, ele também é uma estação de gestação. A terra parece adormecer, mas internamente se reorganiza.

Esse é um dos grandes ensinamentos do solstício: antes de florescer, é preciso enraizar.

O retorno da luz depois da noite mais longa simboliza esperança. Mesmo quando tudo parece parado, existe um movimento invisível acontecendo. Mesmo quando a alma se sente cansada, algo pode estar sendo preparado em silêncio. Mesmo quando não vemos resultados imediatos, a vida continua trabalhando em camadas mais profundas.

O inverno nos convida a confiar nos processos que ainda não aparecem.

Práticas simples para viver o Solstício de Inverno

Você pode honrar este dia de maneira simples, íntima e significativa. Não é necessário fazer nada complexo. O mais importante é criar um momento de presença.

Acenda uma vela e observe a chama por alguns minutos. Mentalize a luz retornando aos poucos para a sua vida.

Escreva em um papel aquilo que deseja deixar para trás neste novo ciclo.

Tome um banho mais consciente, imaginando que a água limpa pesos emocionais acumulados.

Prepare uma bebida quente e permita-se estar em silêncio.

Organize um pequeno altar com vela, cristais, flores secas, incenso ou objetos que representem proteção e renascimento.

Faça uma meditação breve, levando a atenção para a respiração e para o centro do peito.

Pergunte a si mesma: o que minha alma precisa ouvir neste inverno?

Uma reflexão para hoje!

O Solstício de Inverno não pede pressa. Ele pede presença.

Talvez hoje seja um bom dia para não exigir tanto de si. Para reconhecer o quanto você caminhou. Para acolher o que ficou pesado. Para permitir que algumas respostas venham devagar.

A noite mais longa do ano nos mostra que a luz não precisa gritar para existir. Às vezes, ela começa pequena, silenciosa, quase imperceptível — como uma chama protegida entre as mãos.

E ainda assim, ela retorna.

Sempre retorna.

Mensagem para o Solstício de Inverno

Neste 21 de junho, permita-se recolher.

Silencie o excesso.

Escute o corpo.

Honre seus ciclos.

Acolha sua noite interna.

Nem tudo precisa florescer agora. Algumas partes de nós precisam apenas descansar, se reorganizar e voltar a acreditar na própria luz.

Que este Solstício de Inverno seja um portal de cura, consciência e renascimento.

Que a noite mais longa traga clareza.

Que o frio ensine presença.

Que o silêncio revele caminhos.

E que, a partir de hoje, a luz retorne pouco a pouco — dentro e fora de você.

🌿 Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga

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sábado, 20 de junho de 2026

Junho Violeta!




Junho Violeta: Respeito à Todas as Fases da Vida!

Por que vestimos violeta? O que essa cor representa?

Você já reparou que, em junho, muitas pessoas, órgãos públicos e instituições adotam a cor violeta? Não se trata apenas de uma escolha estética. O Junho Violeta é uma campanha de conscientização e combate à violência contra a pessoa idosa — um chamado à sociedade para olhar com mais atenção e respeito para quem já trilhou tantos caminhos.

🌿 O que é o Junho Violeta?

Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2011, o Junho Violeta é um movimento que acontece anualmente durante todo o mês de junho. A data central é o dia 15 de junho, quando se celebra o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa.

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lidera essa campanha no Brasil com o objetivo de alertar a sociedade sobre todas as formas de violência contra a pessoa idosa. O lema da campanha é "Respeito a Todas as Fases da Vida".

💜 Por que violeta?

A escolha da cor não é aleatória. A violeta é uma flor pequena e delicada, que expressa intensidade e beleza. Ela simboliza a lembrança de que nossos idosos precisam de cuidado, carinho e atenção — atos simples, mas fundamentais, para que possam florescer e viver com dignidade.

⚠️ Mas afinal, o que é violência contra a pessoa idosa?

Muita gente pensa que violência contra idosos se resume a agressões físicas. Mas a realidade é muito mais ampla e, muitas vezes, silenciosa.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a violência contra a pessoa idosa envolve ações ou omissões cometidas uma ou várias vezes, que prejudicam a integridade física e emocional da pessoa, impedindo o desempenho de seu papel social.

Os tipos mais comuns de violência são:

Tipo de Violência

O que significa

Violência Física

Agressões, empurrões, contenção 

inadequada.

Violência Psicológica

Ofensas, humilhações, isolamento, gritos.

Abuso Financeiro ou Material

Apropriação indevida de bens, dinheiro 

ou pensão.

Negligência

Privação de medicamentos, descuido 

com higiene,

saúde e alimentação.

Abandono

Deixar o idoso sem cuidados ou proteção.

Abuso Sexual

Qualquer ato ou contato sexual não 

 consentido.

📊 Dados que doem

Os números são alarmantes. Segundo o Atlas da Violência 2025, as notificações por violência interpessoal contra pessoas idosas no Brasil tiveram um aumento de 42% em 2023 em comparação ao ano anterior.

Mais grave ainda: de acordo com dados do Disque 100, mais da metade das denúncias de violência contra idosos aponta que os episódios acontecem no ambiente doméstico, e grande parte dos suspeitos são filhos ou netos. É uma ferida que sangra dentro de casa.

🤝 Como você pode ajudar?

O Junho Violeta não é apenas sobre um mês no calendário. É sobre um compromisso coletivo que deve durar o ano inteiro.

Aqui estão algumas atitudes que você pode tomar agora mesmo:

  1. Informe-se e informe os outros: O primeiro passo para combater a violência é conhecê-la. Compartilhe este post, converse com sua família e amigos.
  2. Observe com atenção: Fique atento a sinais de isolamento, medo, marcas no corpo, ou mudanças bruscas de comportamento em idosos próximos.
  3. Valorize e inclua: Combata o etarismo. Dê voz, espaço e participação aos idosos em sua casa e comunidade.
  4. Denuncie: Se você desconfia ou presencia algum ato de violência contra um idoso, NÃO SE CALE. A denúncia é um ato de amor e justiça.

📞 Canais de Denúncia

  • Disque 100: Canal do Ministério dos Direitos Humanos, disponível 24 horas para receber denúncias de violações de direitos humanos.
  • Conselho do Idoso (CMI): Presente em diversos municípios.
  • Delegacias Especializadas: Algumas cidades possuem delegacias específicas para atendimento à pessoa idosa.

"Que o Junho Violeta não seja apenas um mês no calendário, mas que essa luta se estenda o ano todo".

Proteger nossos idosos é um dever do Estado, da sociedade e de cada um de nós. Afinal, todos nós envelheceremos. E o respeito que plantamos hoje é o cuidado que colheremos amanhã.

Vista-se de violeta. Abrace essa causa. Respeite todas as fases da vida. 💜

🌿 Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga


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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Mártir! A busca desesperada por uma vida que faça sentido!





Um romance sobre pertencimento, dor, amor e a urgência de encontrar sentido em meio ao caos!

Hoje eu quero falar de um livro que me pegou de um jeito que eu não esperava: Mártir!, do Kaveh Akbar.

Kaveh é iraniano-americano, poeta, nasceu no Irã e cresceu nos Estados Unidos. Esse é o primeiro romance dele. Mas, sinceramente, ele não escreve como quem está estreando. Ele escreve como quem já carregava essa história dentro do corpo há muito tempo. Como quem viveu cada palavra antes de colocá-la no papel.

E talvez por isso o livro tenha chamado tanta atenção: foi best-seller do New York Times, finalista do National Book Award e chegou agora ao Brasil pela Rocco.

A história acompanha Cyrus, um jovem poeta, filho de imigrantes iranianos, órfão, atravessado por questões de identidade, desejo e pertencimento, e alcoolista em recuperação.

A mãe dele morreu quando o avião em que estava foi abatido pelo exército americano no Golfo Pérsico. O pai, depois disso, passou a vida trabalhando em um abatedouro de galinhas no meio do nada, em Indiana, até morrer também.

Cyrus cresce carregando uma herança pesada: luto, deslocamento, vício, silêncio, violência histórica e familiar. E, no meio disso tudo, ele fica obcecado por uma pergunta: como fazer a própria morte significar alguma coisa?

Ele quer que a vida dele não seja em vão. E, mais do que isso, quer que a morte dele também não seja. Então decide escrever um livro sobre mártires. Essa busca o leva até uma artista iraniana com câncer terminal, que está realizando uma performance no Museu do Brooklyn, esperando a morte chegar diante do público.

O livro vai e volta no tempo. E, aos poucos, vai abrindo camadas. A gente descobre que a mãe de Cyrus guardava um segredo: uma relação lésbica escondida no Irã e uma troca de identidade antes do voo em que ela morreu. Descobre também que o tio dele, durante a guerra Irã-Iraque, se vestia como anjo da morte e cavalgava pelos campos de batalha para confortar soldados moribundos.

É um livro sobre dor, mas não só sobre dor. É sobre famílias atravessadas por guerras que não escolheram. Sobre fronteiras, perdas, exílio, fé, corpo, desejo, culpa e memória. Sobre o tipo de ferida que não começa na gente, mas chega até nós mesmo assim.

E eu não consegui ler sem pensar no momento em que estamos vivendo.

Em uma entrevista, Kaveh disse algo que me atravessou:

“Há apocalipses convergindo na Terra. Estamos à beira de um colapso ecológico. Há genocídios acontecendo simultaneamente. Há o crescimento do fascismo global, a proliferação nuclear, há apocalipse para todo lugar que você olha.”

E ele completa dizendo que, diante da magnitude desses problemas, qualquer pessoa pode sentir que precisa buscar uma solução igualmente grandiosa.

É exatamente isso.

A gente vive uma guerra que não tem nome único. Uma guerra sem trincheira, sem frente de batalha definida, mas que está em todo lugar: nas notícias, nas redes, no medo, na ansiedade, no cansaço de acordar todos os dias com a sensação de que o mundo está desmoronando.

Cyrus quer ser um mártir porque quer que a vida dele importe diante de tanta destruição.

E quem nunca quis isso, de alguma forma?

Quem nunca olhou para o caos e pensou: o que eu faço com tudo isso? A minha vida muda alguma coisa? O meu gesto alcança alguém?

Mártir! não entrega uma resposta pronta. E talvez seja justamente por isso que ele é tão verdadeiro. O livro não vem com uma lição de moral. Não tenta organizar a dor. Não oferece um manual de salvação.

Ele deixa uma pergunta aberta.

E essa pergunta fica com a gente.

Ler Mártir! foi como olhar para o abismo e perceber que eu não estou sozinha nele. Que há outras pessoas tentando encontrar sentido no meio do caos. Que, às vezes, a obsessão por uma morte com propósito é, no fundo, uma tentativa desesperada de encontrar uma vida que valha a pena.

E, como terapeuta, eu te convido: olha pra dentro com a mesma coragem com que você olha para o mundo.

Porque, às vezes, a gente tenta entender o caos lá fora para não encostar no caos que mora aqui dentro. Mas uma coisa que esse livro me lembrou é que ninguém precisa ser forte o tempo todo. Ninguém precisa dar conta de tudo sozinho. Existem dores que precisam de nome, de escuta, de tempo — e, muitas vezes, de ajuda.

Você não nasceu para carregar o mundo nas costas.

Eu sempre digo que quero morrer com dignidade. Mas, lendo Mártir!, entendi algo que ficou ecoando em mim: talvez a dignidade não esteja apenas no fim. Talvez ela esteja no caminho. No que a gente faz com o tempo que tem. Nas escolhas pequenas. Nos afetos que sustentam. Na coragem de continuar vivo, mesmo quando tudo parece desmoronar.

No fundo, Cyrus não me fez pensar apenas sobre a morte. Ele me fez pensar sobre a vida.

Sobre o quanto a gente deseja que a nossa existência importe.

E talvez essa seja a grande pergunta que o livro deixa: não como morrer com sentido, mas como viver de um jeito que não nos abandone.

Mártir! não é uma leitura confortável. Mas é uma leitura necessária!

Recomendo de olhos abertos.

E de coração aberto também.

🌿 Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga

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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Tarot para o Dia dos Namorados!

 




Dia dos Namorados: quando o Tarot ajuda a escutar o coração!

O Dia dos Namorados costuma trazer à tona muitos sentimentos. Para algumas pessoas, é uma data de celebração, carinho e presença. Para outras, pode ser um momento de saudade, dúvida, expectativa ou até de reflexão sobre o que o amor tem representado em sua vida.

O amor nem sempre chega de forma simples. Às vezes ele vem acompanhado de perguntas, inseguranças, escolhas difíceis e ciclos que pedem mais consciência. Existem relações que nos fortalecem, outras que nos ensinam, algumas que despertam cura e outras que mostram exatamente aquilo que ainda precisamos olhar dentro de nós.

É nesse ponto que o Tarot pode ser um grande aliado. Não como uma promessa pronta sobre o futuro, mas como uma ferramenta de clareza, escuta e orientação. As cartas ajudam a iluminar sentimentos, revelar padrões, compreender bloqueios emocionais e trazer uma visão mais profunda sobre os caminhos afetivos.

Em uma leitura amorosa, o Tarot pode mostrar o momento de uma relação, os desafios entre o casal, aquilo que precisa ser conversado, o que está sendo repetido inconscientemente e quais atitudes podem favorecer mais equilíbrio. Para quem está solteiro, também pode ajudar a compreender o próprio campo afetivo, as aberturas para o amor, os medos, as expectativas e os movimentos internos que influenciam os encontros.

Mais do que perguntar “ele me ama?” ou “essa relação vai dar certo?”, o Tarot convida a perguntas mais conscientes: o que essa relação desperta em mim? O que eu preciso enxergar com mais verdade? Estou vivendo amor ou apego? Estou aberta para receber o amor de forma leve? O que meu coração está tentando me mostrar?

Neste Dia dos Namorados, vale lembrar que o amor começa também pela forma como nos escutamos. Amar alguém não deve significar se perder de si. O amor mais bonito é aquele que permite presença, respeito, troca, verdade e crescimento.

Se você sente que precisa compreender melhor sua vida amorosa, uma relação específica ou os caminhos do seu coração, uma leitura de Tarot pode trazer acolhimento e direção para esse momento.

Que neste Dia dos Namorados o amor seja celebrado com consciência, leveza e verdade. Que cada coração encontre clareza para reconhecer o que nutre, o que cura e o que merece florescer.

Que o amor seja vivido com verdade, presença e consciência.
E, quando o coração precisar de clareza, o Tarot pode ser uma ponte de escuta e orientação.
Agende sua leitura comigo e venha olhar para os caminhos do amor com mais profundidade.

Feliz Dia dos Namorados 💓

🌿 Com carinho,


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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Dia Mundial do Meio Ambiente!

 






Dia Mundial do Meio Ambiente: 

O Verde Que Nos Sustenta!

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, é um convite para olharmos com mais consciência para a forma como vivemos, consumimos, descartamos, organizamos a casa e nos relacionamos com a natureza.

Muitas vezes pensamos no meio ambiente como algo distante: florestas, rios, oceanos, animais, grandes áreas verdes. Mas o meio ambiente também começa muito perto. Começa na água que usamos, no lixo que produzimos, no alimento que escolhemos, nos objetos que acumulamos, no que compramos sem necessidade e no que descartamos sem responsabilidade.

Ele começa na nossa casa.

No olhar do Feng Shui, a casa é vista como um campo vivo. E, de certa forma, a Terra também é a grande casa que habitamos. Quando a casa está sobrecarregada, cheia de excessos, objetos parados, cantos esquecidos e energia sem circulação, sentimos isso no corpo, na mente e nas emoções. Da mesma forma, quando o planeta sofre com excesso de consumo, desperdício, descarte inconsciente e desconexão, esse desequilíbrio também retorna para todos nós.

Cuidar do meio ambiente não é apenas uma atitude externa. É também uma prática íntima, cotidiana e espiritual.

É perceber a torneira pingando e lembrar que a água é sagrada. É olhar para os objetos guardados sem uso e pensar se eles ainda fazem sentido. É escolher consumir com mais presença, descartar com mais cuidado, reaproveitar o que ainda pode servir e permitir que a casa respire melhor.

A natureza nos ensina que tudo tem ciclo. Há tempo de florescer, tempo de recolher, tempo de renovar e tempo de soltar. Quando nos afastamos desses ciclos, começamos a viver no excesso, na pressa e no acúmulo. Queremos produzir sem pausa, comprar sem consciência, guardar sem necessidade e seguir sem escutar os sinais da vida.

Mas a natureza sempre nos chama de volta.

Ela chama pelo vento que entra pela janela, pela luz do sol que ilumina a casa, pelas plantas que purificam o ambiente, pela água que limpa, pelo alimento que vem da terra e pelo corpo que pede descanso.

Cuidar do meio ambiente é também cultivar uma vida mais simples, mais limpa, mais coerente e mais conectada.

Não precisamos fazer tudo de uma vez. Podemos começar pequeno, dentro da nossa própria casa, com gestos possíveis e verdadeiros. Reduzir desperdícios, cuidar melhor da água, separar o lixo, doar o que ainda pode servir, reaproveitar objetos, cuidar das plantas, abrir as janelas, evitar excessos e escolher com mais consciência aquilo que entra e permanece em nosso lar.

Cada gesto importa.

Porque a Terra não é apenas o lugar onde pisamos. Ela é o corpo maior que nos sustenta.

E quando cuidamos dela, também cuidamos da nossa saúde, da nossa casa, da nossa espiritualidade e das próximas gerações.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, que possamos lembrar que a natureza não está fora de nós.

Nós também somos natureza.

E toda vez que escolhemos viver com mais respeito, presença e consciência, ajudamos a restaurar um pouco do equilíbrio que o mundo tanto precisa.

🌿 Com carinho,

Vivências Transformadoras.

Terapeuta Integrativa & Taróloga


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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Corpus Christi: quando o sagrado caminha pelas ruas e desperta o coração




Corpus Christi: a fé que se faz caminho!

Corpus Christi é uma das celebrações mais bonitas e simbólicas da tradição cristã.

É o dia em que a fé deixa o espaço interno da igreja e caminha pelas ruas. O sagrado atravessa o cotidiano. As pessoas enfeitam caminhos, preparam tapetes, se reúnem em oração e recordam a presença viva de Cristo na Eucaristia.

Mas, para além da beleza da celebração externa, Corpus Christi também nos convida a uma pergunta íntima:

Que lugar o sagrado tem ocupado dentro de mim?

Vivemos tempos de pressa, excesso, distração e cansaço. Muitas vezes, alimentamos o corpo, cumprimos tarefas, resolvemos problemas, cuidamos de tantas coisas, mas esquecemos de nutrir a alma.

Corpus Christi nos recorda esse alimento espiritual.

A Eucaristia, para a fé cristã, representa presença, entrega, comunhão e amor. É o Cristo que se oferece como alimento de vida, lembrando que o ser humano não vive apenas de matéria, mas também de sentido, fé, amor, presença e conexão com Deus.

Quando olhamos para os tapetes de Corpus Christi, vemos mais do que cores no chão.

Vemos mãos que trabalham juntas.
Vemos comunidade.
Vemos devoção.
Vemos beleza sendo colocada no caminho.
Vemos o humano preparando passagem para o divino.

E talvez essa seja uma das grandes mensagens da data: preparar o caminho.

Preparar o caminho fora.
Mas também preparar o caminho dentro.

Que tapetes temos estendido para o sagrado passar em nossa vida?

Será que existe espaço interior para a fé?
Para o silêncio?
Para a gratidão?
Para o perdão?
Para a presença de Deus?
Para uma vida mais coerente com aquilo que dizemos acreditar?

Corpus Christi também fala de comunhão.

Comunhão não apenas como rito, mas como forma de viver. Comunhão com Deus, com o próximo, com a vida, com o que é simples, com o que é essencial.

Em um mundo tão dividido, tão barulhento e tão apressado, a imagem do sagrado caminhando pelas ruas nos lembra que a espiritualidade não deve ficar separada da vida. Ela precisa tocar nossas escolhas, nossas palavras, nossos gestos e a maneira como tratamos as pessoas.

A fé que passa pelas ruas também precisa passar pelo coração.

Precisa atravessar nossas durezas.
Nossas mágoas.
Nossas vaidades.
Nossas distrações.
Nossos excessos.
Nossas faltas de amor.

E, quando permitimos, ela abre caminho.

Corpus Christi é convite à presença.

Presença diante de Deus.
Presença diante da vida.
Presença diante de nós mesmos.

É um dia para lembrar que o sagrado não está apenas nos altares, nas procissões ou nas celebrações. Ele também pode estar no cuidado, no silêncio, na partilha, na compaixão, na gratidão e na forma como escolhemos caminhar.

Que neste Corpus Christi possamos preparar, dentro de nós, um caminho mais limpo, mais amoroso e mais verdadeiro.

Que a fé não seja apenas lembrada, mas vivida.

Que o Cristo que caminha pelas ruas também encontre passagem em nossos pensamentos, em nossas emoções, em nossa casa e em nossas atitudes.

E que, ao reconhecer o sagrado no caminho, possamos também reconhecer o sagrado que habita em nós.

🌿 Com carinho,

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