segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viver no CORAÇÃO CARTA 24 DO BARALHO CIGANO!

Imagem retirada da Net.

No Baralho Cigano a Carta que representa o AMOR é a carta 24. E abaixo um texto que vale a pena ler para refletir sobre o amor.

Viver no Coração

Ficar no coração não é fácil. Pois é no coração que entramos em acordo com a experiência que estamos vivendo. Quando o coração está aberto, a experiência é bem recebida. Nós a aceitamos e permitimos que seja integrada com a nossa alma. Quando o coração está fechado, rejeitamos a experiência. Nós nos defendemos contra a decepção ou contra a mágoa e fugimos para a cabeça. 
Quando a experiência passa a ser intelectualizada somos roubados não só do que é inferior, mas também do sublime na vida emocional. Perdemos a capacidade de sentir compaixão por nós mesmos e pelos outros. Perdemos a sensibilidade não somente para a dor e para o sofrimento, mas também para a beleza e para a felicidade.

Quando nosso coração está verdadeiramente aberto, tanto a felicidade quanto a dor são experimentadas sem inventar estórias, sem pintar a realidade de cor de rosa. Elas não significam nada diferente do que realmente são. Sentir dor não significa que somos maus, nem que outros sejam maus, assim como sentir felicidade não quer dizer que somos bons. Não há interpretações, só há disposição e boa vontade para aceitar e receber a experiência lá dentro. No coração aberto, o riso e as lágrimas se mesclam. É um lugar de intensa contradição, um lugar rico, um banquete variado de experiências que não podem ser racionalizadas, domadas, antecipadas, nem entendidas.

O medo e o condicionamento nos encorajam a rejeitar os aspectos da experiência que sejam novos, inesperados ou que não nos pareçam seguros. A alma fica dividida quando uma parte da experiência passa a ser vista como inaceitável. Passamos a ter bom e ruim, inconsciente e consciente, desejado e não desejado. Dessa forma somos capazes de ter uma experiência sem senti-la. Podemos fugir para a cabeça, nos distanciar, nos desconectar emocionalmente. Ainda que este tipo de dissociação seja compreensível quando se trata de uma reação a eventos traumáticos, ele passa a ser disfuncional em resposta aos altos e baixos da vida diária.

Quando só estamos dispostos a aceitar o que nos é familiar ou aquilo que pensamos que queremos, ficamos presos na rotina e nos padrões do nosso passado. Ficamos estagnados emocionalmente e intelectualmente. Ficamos rígidos, ego-centrados e previsíveis. A energia da vida passa a ser investida na manutenção das defesas do ego, garantindo que o status quo permaneça intacto.
Viver no coração significa deixar que tudo entre. Significa estar com a experiência, mesmo que ela seja difícil ou confusa. Para estar no coração, temos que adiar a tomada de decisões com frequência, até que fiquemos completamente familiarizados com o conteúdo total da nossa consciência.

Ficar no coração ajuda-nos a assimilar os caprichos de nossa experiência, ainda que isso leve algum tempo para acontecer. Quando não temos pressa, percebemos que as contradições iniciais acabam se resolvendo sozinhas. Tudo vai ficando mais claro conforme vamos honrando os variados pensamentos e sentimentos da nossa alma. É uma função da nossa inteireza, quando sentida.

Tomar decisões antes de ter passado algum tempo com todos os nossos pensamentos e sentimentos contraditórios, acaba agravando qualquer que seja o conflito que estejamos experimentando em nossa vida externa. Quando sentimos urgência ou pressão para solucionar ou decidir alguma coisa, geralmente isso significa que estamos fugindo para a cabeça, tentando fazer com que “alguma coisa aconteça” que ainda não está pronta para acontecer. E, inevitavelmente, isso conduz a conflitos externos e a decepções. As portas não se abrem, não importa com que frequência ou com que força possamos bater nelas. Como não estamos em harmonia interna, não conseguimos ficar em harmonia com os outros. Como não estamos em nosso próprio “fluxo”, não conseguimos fluir com a vida conforme ela vai se manifestando ao nosso redor.

É preciso ter coragem para estar presente na paisagem emocional interna quando a chuva e a neblina obscurecem a vista. Quando a visibilidade é mínima, tudo o que podemos fazer é colocar um pé na frente do outro. Quando um monte de conflitos e emoções se agitam na alma, tudo o que podemos fazer é trazer gentilmente a consciência para onde estamos. Se nos apressarmos no meio da chuva e da neblina, desviaremos do caminho e cairemos. Um acidente vai nos atrasar muito mais de alcançar nosso objetivo do que o mau tempo e, daí, vamos desejar ter sido mais pacientes.

Ser paciente conosco mesmos e com o nosso próprio processo é o segredo de viver no coração. Podemos estar no coração e não "saber" o resultado de uma situação. Na verdade, a disposição “para estar sem saber” é essencial para estar presente aqui e agora, seja o que for que estivermos experimentando. “Saber” quase sempre diz respeito ao passado. Quando não precisamos mais saber, podemos ficar neste momento.

Paul Ferrini
O Processo de Afinidade e o Caminho do Amor Incondicional e Aceitação.


domingo, 10 de novembro de 2013

AMIGO CARTA 18 DO BARALHO CIGANO

Imagem retirada da net

CÃO-CARTA 18 BARALHO CIGANO

Para falar desta carta escolhi este texto de Leonardo Boff que além da carta 18 percebemos várias outras cartas mas aqui a amizade valorizada e cuidada com amor, uma delícia de texto apreciem.


HÁ DE SE CUIDAR DA AMIZADE E DO AMOR


"A relação mais profunda é a experiência do amor. Ela traz as mais felizes realizações ou as mais dolorosas frustrações. Nada é mais misterioso do que o amor (...)

Todos esses valores, por serem os mais preciosos, são também os mais frágeis, porque mais expostos às contradições da humana existência.”, escreve Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor.

Eis o artigo.

A amizade e o amor constituem as relações maiores e mais realizadoras que o ser humano, homem e mulher, pode experimentar e desfrutar. Mesmo o místico mais ardente só consegue uma fusão com a divindade através do caminho do amor. No dizer de São João da Cruz, trata-se da experiência da “a amada (a alma) no Amado transformada”. Há vasta literatura sobre estas duas experiências de base. Aqui, restringimo-nos ao mínimo. A amizade é aquela relação que nasce de uma ignota afinidade, de uma simpatia de todo inexplicável, de uma proximidade afetuosa para com a outra pessoa. Entre os amigos e as amigas se cria como que uma comunidade de destino. A amizade vive do desinteresse, da confiança e da lealdade. A amizade possui raízes tão profundas que, mesmo passados muitos anos, ao reencontrarem-se os amigos e as amigas, os tempos se anulam, e se reatam os laços e até se recordam da última conversa havida há muito tempo. Cuidar da amizade é preocupar-se com a vida, as penas e as alegrias do amigo e da amiga. É oferecer-lhe um ombro quando a vulnerabilidade o visita e o desconsolo lhe oculta às estrelas-guias. São no sofrimento e no fracasso existencial, profissional ou amoroso que se comprovam os verdadeiros amigos e amigas. Eles são como uma torre fortíssima que defende o frágil castelo de nossas vidas peregrinas.

A relação mais profunda é a experiência do amor. Ela traz as mais felizes realizações ou as mais dolorosas frustrações. Nada é mais misterioso do que o amor. Ele vive do encontro entre duas pessoas que um dia cruzaram seus caminhos, se descobriram no olhar e na presença e viram nascer um sentimento de enamoramento, de atração, de vontade de estar junto, até resolverem fundir as vidas, unir os destinos, compartir as fragilidades e as benquerenças da vida. Nada é comparável à felicidade de amar e de ser amado. E nada há de mais desolador, nas palavras do poeta Ferreira Gullar, do que não poder dar amor a quem se ama.

Todos esses valores, por serem os mais preciosos, são também os mais frágeis, porque mais expostos às contradições da humana existência. Cada qual é portador de luz e de sombras, de histórias familiares e pessoais diferentes, cujas raízes alcançam arquétipos ancestrais, marcados por experiências bem-sucedidas ou trágicas que deixaram marcas na memória genética de cada um.

O amor é uma arte combinatória de todos estes fatores, feita com sutileza que demanda capacidade de compreensão, de renúncia, de paciência e de perdão e, ao mesmo tempo, comporta o desfrute comum do encontro amoroso, da intimidade sexual, da entrega confiante de um ao outro. A experiência do amor serviu de base para entendermos a natureza de Deus: Ele é amor essencial e incondicional.

Mas o amor sozinho não basta. Por isso, São Paulo, em seu famoso hino ao amor, elenca os acólitos do amor sem os quais ele não consegue subsistir e irradiar. O amor tem que ser paciente, benigno, não ser ciumento, nem gabar-se, nem ensoberbecer-se, não procurar seus interesses, não se ressentir do mal... O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta... O amor nunca se acaba (1COR 13, 4-7). Cuidar destes acompanhantes do amor é fornecer o húmus necessário para que o amor seja sempre vivo e não morra pela indiferença. O que se opõe ao amor não é o ódio, mas a indiferença.

Quanto mais alguém é capaz de uma entrega total, maior e mais forte é o amor. Tal entrega supõe extrema coragem, uma experiência de morte, pois não retém nada para si e mergulha totalmente no outro. O homem possui especial dificuldade para esta atitude extrema, talvez pela herança de machismo, patriarcalismo e racionalismo de séculos que carrega dentro de si e que lhe limita a capacidade desta confiança extrema.

A mulher é mais radical: vai até o extremo da entrega no amor, sem resto e sem retenção. Por isso seu amor é mais pleno e realizador e, quando se frustra, a vida revela contornos de tragédia e de um vazio abissal.

O segredo maior para cuidar do amor reside no singelo cuidado da ternura. A ternura vive de gentileza, de pequenos gestos que revelam o carinho, de sacramentos tangíveis, como recolher uma concha na praia e levá-la à pessoa amada e dizer-lhe que, naquele momento, pensou carinhosamente nela.

Tais “banalidades” têm um peso maior que a mais preciosa joia. Assim como uma estrela não brilha sem uma atmosfera ao seu redor, da mesma forma, o amor não vive sem uma aura de enternecimento, de afeto e de cuidado.

Amor e cuidado formam um casal inseparável. Se houver um divórcio entre eles, ou um ou outro morre de solidão. O amor e o cuidado constituem uma arte. Tudo o que cuidamos também amamos. E tudo o que amamos também cuidamos.

Tudo o que vive tem que ser alimentado e sustentado. O mesmo vale para o amor e para o cuidado. O amor e o cuidado se alimentam da afetuosa preocupação de um para com o outro. A dor e a alegria de um é a alegria e a dor do outro.

Para fortalecer a fragilidade natural do amor, precisamos de Alguém maior, suave e amoroso, a quem sempre podemos invocar. Daí a importância dos que se amam, de reservarem algum tempo de abertura e de comunhão com esse Maior, cuja natureza é de amor, aquele amor que, segundo Dante Alighieri, da Divina Comédia, “move o céu e as outras estrelas”, e nós acrescentamos: que comove os nossos corações.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

CIÚME OU MEDO? O Urso Carta 15

Imagem retirada da net.

CIÚME OU MEDO?

 FANTASIAS NEGATIVAS NO RELACIONAMENTO.

O Urso no baralho cigano também pode expressar uma paixão e um ciúme doentio. Abaixo um texto sobre o assunto. Uma boa reflexão!

O ciúme é uma das emoções mais dolorosas que podemos vivenciar. Ele pode ser obsessivo e implacável. E pode levar a sensação de estar totalmente fora de controle. O medo de perder alguém de quem dependemos pode ser apavorante. As pessoas que são ciumentas estão de fato em guerra com um inimigo imaginário, que pode roubar-lhe o amor. 

No caso extremo, o ciúme é semelhantemente a paranóia. As dicas aparecem em todos os lugares. Cada palavra ou gesto assume um sentido assustador. Quando não está resolvido definitivamente, o ciúme pode estragar um relacionamento. Mesmo que a vítima dos ciúmes não se afaste fisicamente, ele recolhe as emoções. Amor e confiança não podem florescer numa atmosfera de suspeita e ressentimento. 

O ciúme, em geral, pode ter motivos verdadeiros e imaginários. Como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano. Quando nos sentimos íntegros e valiosos, não somos atormentados por acessos de ciúme e suspeitas. Ser ciumento é sentir-se inseguro, inadequado e sem valor. Mesmo que um pouco de ciúme possa ser normal em um relacionamento, pode sair do controle e se tornar destrutivo quando alimentado por falta de confiança em si mesmo.

 O ciúme pode magoar, além do objeto do nosso sentimento, a nós mesmos, porque corrói nosso sentido de ser. Se você se encontrar batalhando com o ciúme, tente usar esses sentimentos tortuosos para começar a se ajudar.


 Primeiro de tudo: tenha a certeza de que não está exagerando os sentimentos negativos e desvalorizando os positivos. Ao se permitir ser tomado por esses sentimentos, cedendo a eles, você está se fazendo sentir pior do que deveria. Você pode parar este movimento, em direção negativa, ao apontar o verdadeiro problema, a autoestima. O primeiro passo é conter o ciúme. Fale sobre ele. Se ficar se preocupando com ele ou cedendo as suas atitudes suspeitas só vai servir para avivar as fantasias negativas a respeito do seu amante. 

Expressando o ciúme através de suspeitas e acusações, não apenas aumenta o poder que este tem sobre você, como também afasta seu parceiro. Comece a canalizar a energia gasta em preocupações para se sentir melhor com você mesmo. Tente escrever todas as coisas que gosta em você. Confie nessas afirmativas pense nelas e se lembre delas. Pense também o que precisa melhorar em você. 

É útil tentar imaginar o que seu parceiro gostaria em outra pessoa, pois provavelmente serão qualidades que você acha que não tem. Não tente ser como esta outra pessoa, mas deve ter alguns aspectos de sua personalidade que você queira trabalhar e talvez mudar. Explore esses aspectos não por medo e nem para a pessoa com quem você vive, mas pra você mesma. 

Melvyn Kinder e Connell Cowan Doutores em Psicologia, conferencistas e autores de diversos livros. Fonte: - Extraído do livro Maridos e Mulheres

domingo, 27 de outubro de 2013

ALECRIM!!!!


Descobertas novas propriedades medicinais no alecrim




Presente que ganhei de uma cliente e na qual me deu muita alegria, quem me conhece sabe que sou fã dessa planta , sempre quis a cultivar mas nunca vingava, daí um dia numa grata surpresa ganhei já plantada e pegadinha um pé de alecrim que está alegrando demais a minha vida e a minha casa.



Pesquisadores americanos fizeram descobertas de novas propriedades medicinais no alecrim. Passou a ser, também, um grande aliado para a agilidade mental e pode ser usado para combater e tratar a Doença de Alzheimer, forma mais comum de demência, que atinge mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo.
Para testar por si mesmo o resultado deste estudo, experimente esmagar, ou picar, um punhado de folhas de alecrim e cheire profundamente. Em seguida resolva palavras cruzadas. Verá que poderá atingir um tempo recorde.
A descoberta ocorreu depois de um estudo junto a 20 trabalhadores de escritório. Aos voluntários foram dados testes matemáticos de subtração, e tarefas específicas para avaliar a rapidez de processamento mental de novas informações. As avaliações foram repetidas antes e depois de cheirar folhas de alecrim.
Os funcionários com melhor desempenho eram aqueles com maior concentração do composto 1, 8-cineol, abundante no alecrim. Com este resultado os pesquisadores mostraram-se empenhados em desenvolver novos estudos, que acreditam, podem elevar a aromaterapia a outro patamar.
O grande impulso que proporciona à função cerebral só reforça a lista de benefícios do alecrim. Esta erva possui um longo histórico de cura. Popular como ingrediente principal em produtos de higiene pessoal, também pode ser usada para repelir pulgas e piolhos, ou tratar problemas capilares. O alecrim é tão versátil em suas propriedades que funciona como analgésico, adstringente, antidepressivo, antireumático, antisséptico, e antiespasmódico.

Suas folhas são ricas em antioxidantes, que protegem nossas células contra os radicais livres. Estes, os responsáveis pelo surgimento do câncer e de doenças cardíacas, entre outros malefícios à saúde.





O alecrim é cheio de estatísticas positivas em todo o planeta. Nos países onde seu uso é tradicional nas refeições diárias o câncer e as doenças degenerativas têm índices significativamente baixos.
Experimente incorporar esta erva como tempero para garantir o acesso a seus benefícios. E na próxima vez que comprar alecrim, separe um galho, ou dois, e plante num vaso pequeno. Assim, estará mais à mão todas as vezes que precisar de maior clareza mental, de cuidar dos cabelos, ou de aliviar dores, num exemplo. 

Fonte:
http://www.outramedicina.com/1053/descobertas-novas-propriedades-medicinais-no-alecrim


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Secret Garden - Poéme



Há anos atrás eu atendia com massoterapia e uma das preferidas com certeza essa música, nunca cansarei de ouví-la pois traz tranquilidade, calma e nos leva a um mundo só nosso de boas lembranças. Minha alma fica feliz ao ouvir. :)

domingo, 13 de outubro de 2013

CURSO DE ALINHAMENTO DE CHAKRAS!






Curso de alinhamento de chakras com os cristais realizado nos dias 26,27 e 28 de julho deste ano, no sítio Vilela em Igarapé. Fotos tiradas antes do ritual de vivência feito sob o luar a uma temperatura de uns 6 graus, realmente estava muito frio; mesmo estando perto da fogueira que ficou acesa até as 6 da manhã do dia seguinte. Foi uma experiência rica e única, quem participou sabe do que estou falando. Agora estou habilitada a trabalhar também com o alinhamento sempre em busca da cura ajudando àqueles que me procuram, sendo seus problemas de saúde mental, espiritual ou emocional. Mais um curso e um rico aprendizado sobre os cristais e seu uso na energização e equilíbrio dos chakras. Neste curso que esperei há anos para fazê-lo, mas acredito que tudo tem uma hora certa para a realização dos nossos ideais, fiz novas amizades e os encontros com a terapia e seu uso continuam até os dias de hoje. Só tenho a agradecer a Deus, a espiritualidade maior; ao mestre Léo Vilela e a todos os participantes deste curso que foi maravilhoso! Namastê!